Olá, estou de volta... pelo menos pretendo estar de volta! É que esta semana deixou-me de rastos e nem forças tinha para aqui vir.sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
De volta
Olá, estou de volta... pelo menos pretendo estar de volta! É que esta semana deixou-me de rastos e nem forças tinha para aqui vir.domingo, 10 de janeiro de 2010
"30 Anos - A maior banda de rock português" - António Murteira da Silva e Rui Costa

Sinopse:
"Os Xutos & Pontapés são um marco na música e na sociedade portuguesa. Poucas são as bandas que se podem dar ao luxo de afirmar que comemoraram o 30.º aniversário com uma formação quase intocada. Gui, João Cabeleira, Kalú, Tim e Zé Pedro dispensam apresentações. Eles marcaram de forma indelével o último quartel do século xx e, certamente, irão marcar a música nacional que se fará neste século. Os fãs e aqueles que agora começam a descobri-los encontrarão neste livro a história dos cinco músicos que fizeram a banda sonora da vida de várias gerações"
Opinião:
Não sei se por já ter lido, e relido "Conta-me Histórias" de Ana Cristina Ferrão, se por já conhecer a história dos Xutos e Pontapés de cor e salteado (afinal são já mais de 20 anos a acompanhar a banda), que este livro não me conseguiu satisfazer. Terminei de o ler com uma sensação estranha...
O livro é escrito por dois fãs dos Xutos e isso nota-se ao longo das páginas. No entanto a abordagem é um pouco superficial, aborda a história dos Xutos um pouco "pela rama". Se calhar sou eu que esperava algo mais, algo novo, que ainda não soubesse. Foca todos os períodos da banda, mas a sensação com que fiquei é que é lhe falta qualquer coisa mais. A verdade é que quem leia este livro fica a conhecer, de um modo geral, a história dos Xutos e Pontapés, enquanto banda, e a sua discografia. Aliás o que eu senti é que este livro é mais uma história em torno das histórias de cada disco dos Xutos e Pontapés.
Não desgostei, mas não me fascinou nem satisfez. Mas como já disse, talvez o mal seja mesmo meu que já conheço a história da banda e que vivi alguns dos momentos descritos. E no que toca aos Xutos as minhas vivências ultrapassam qualquer descrição, pois a emoção prevalece! Eneste livro falto isso mesmo, emocionar-me, fazer-me sorrir de nostalgia.
Prós:
Nota-se uma intensa pesquisa dos autores e a sua admiração pela bnda, bem como um conhecimento da sua história.
Contras:
O livro procura uma linguagem muito próxima da oralidade, o que nem sempre é bem conseguido. Alguns erros de português como por exemplo: ".. tivemos lá cerca de um mês" quando deveria ser "... estivemos lá cerca de um mês"
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
"Um grito de amor desde o centro do mundo" Kyoichi Katayama
Sinopse
Opinião:
Lindo! Um livro fantástico, que confirmou as minhas expectativas e a minha paixão pela literatura japonesa.
Sakutarô e Aki são dois jovens que começam por ter uma amizade profunda e terminam com um amor cúmplice, doce e verdadeiro, que transcende a realidade e a vida.
A história do casal é contada em simultâneo com a históriia do avô de Sakutarô, que viveu um amor profundo apesar de interrompido. Também o amor de Sakutarô e Aki vai ser interrompido pela doença terminal da rapariga. Mas os sentimentos que os unem são tão profundos e verdadeiros que conseguem ultrapassar todas as provações e perdurar até para além da morte.
Uma história maravilhosa, onde está presente toda a musicalidade e a poesia da literatura japonesa. É um hino ao amor, à capacidade de amar, aos verdadeiros sentimentos.
Kyoichi Katayama é um autor a reter, sem dúvida!
Este livro foi um maravilhosa forma de começar o ano. Adorei!
Prós:
A poesia, a musicalidade do texto que soa de forma tão maravilhosa. Simultaneamente à doçura de algumas partes do texto, o autor transmite a dureza e a crueldade das doenças terminais ao relatar a situação de Aki. A proximidade que o autor cria entre personagens e leitor.
Contras:
Não tem
O meu estado de saúde actual

Já aqui falei da endometriose doença crónica que me afecta.
Nos últimos tempos a situação agravou-se e apesar do tratamento que faço há dois anos, as dores voltaram a surgir. Lá fui eu novamente fazer exames e análises. Conclusão: apesar do tratamento a endometriose continuou a desenvolver-se e actualmente está instalada (confortavelmente para ela, desconfortavelmente para mim) nos intestinos, septo recto-vaginal e bexiga, para além de me ter virado o útero em sentido contrário e de o ter colado (literalmente) aos intestinos.
Perante o abuso desta senhora (leia-se endometriose) que decide infiltrar-se e desenvolver-se no meu interior como bem lhe apetece, o médico colocou a hipótese da cirurgia, para separar o útero dos intestinos e "recolocá-lo" no sítio, bem como retirar todas as lesões que existem. Assim, lá fui eu hoje para uma consulta com o médico cirurgião. Entrei no Hospital às 10h30 e saí às 18h00 com a confirmação da operação (que o médico diz ser difícil) e uma ressonância magnética pélvica realizada. Amanhã vou fazer análises (painel pré-procedimento cirúrgico) e no dia 19 lá tenho nova consulta, já com os resultados de todos os exames. Depois é só aguardar pela autorização da seguradora e fazer a cirurgia.
Vamos lá ver se este problema se resolve de uma vez por todas e se as dores me abandonam!
Mas sabem o que de curioso me aconteceu? Quando estava deitada a ser preparada para a ressonância magnética, e mesmo antes de entrar para o túnel, o que é que estava a tocar no rádio???!!!!! Xutos e Pontapés! Mais uma vez estavam presentes com a sua música num momento importante para mim.
E durante todo o tempo que andei pelo hospital, acabei o livro que levava. Para a próxima levo um livro de reserva, e assim já não me acontece ter de ficar cerca de hora e meia sem nada para ler.
Bem, e como há sempre algo de positivo em tudo, nesta situação, em que vou ter de ficar algum tempo em casa no pós-operatório, vou ter muito tempo para ler. Será que é desta que a pilha de livros para ler diminui consideravelmente?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
"A Mordaça Inglesa" - Gonçalo Amaral

Sinopse:
"Escrevi o livro Maddie - A Verdade da Mentira de forma responsável, fundamentado em factos, onde deixei expressa uma opinião técnica partilhada por quem trabalhou comigo na investigação do chamado Caso Maddie, constituindo uma resposta a difamações e um contributo para a descoberta da verdade material, no exercício da liberdade de expressão conquistada com o 25 de Abril de 1974. Catirze meses depois, uma providência cautelar apresentada pelo casal McCann visa a proibição de tal livro, manifestando o interesse em calar as vozes contrárias à tese do rapto.
Este livro surge da minha indignação perante o peso da censura a estilhaçar os direitos fundamentais do ser humano. Não desejo o papel de vítima mas recuso-me a ser submisso. E não posso silenciar ou deixar cair no esquecimento valores universais que conferem ao homem a sua verdadeira dimensão. E é por isso que a minha indignação não deve ser solitária. A luta contra a censura é urgente e nasce da vontade de todos.
Mais do que um protesto de um homem amordaçado, pretendo, sobretudo, defender a liberdade de expressão como o direito de formular livre e responsavelmente pareceres, conceitos e convicções. A história de um livro proibido precisa de ser contada. Em nome da liberdade e da responsabilidade."
Opinião:
Comecei a ler este livro ontem de manhã e acabei hoje de manhã.
Não é um romance, nem o relato de uma investigação, muito menos é um policial. É sim, um grito de indignação de alguém que se sente injustiçado, amordaçado, privado da sua liberdade sem estar preso, porque pior que a prisão física é a prisão que restringe, ou pretende restrigir a liberdade de pensamento e de expressão.
O livro de Gonçalo Amaral, "Maddie - A Verdade da Mentira" foi proibido e consequentemente retirado de venda, na sequência de uma providência cautelar aceite por um Tribunal português. Logo na altura divulguei aqui a notícia e manifestei a minha indignação.
Neste novo livro, Gonçalo Amaral manifesta o seu sentimento de injustiça e sente-se, ao longo das páginas, a sua profunda desilusão com os princípios que defendeu e com a instituição que representou em quase três décadas. É triste, mas é bem verdade.
O me indigna profundamente é o facto de este nosso país, pequenino, se fazer ainda mais pequenino quando o olham de cima, sobranceiramente, vergando-se a interesses e poderes mesquinhos, subjugando valores tão essenciais como a liberdade de expressão ou descredibilizando instituições de reconhecido valor. Mas a verdade é que um país e as suas instiuições são feitos de Homens e reflectem os valores desses Homens, algumas vezes feliz outras vezes infelizmente.
Não me consigo capacitar que em pleno século XXI, três décadas e cinco anos após uma democracia instalada, se tenha assistido à proibição de um livro. Faz relembrar outros tempos, dos quais não me recordo, mas sobre os quais li e ouvi muito. Faz-me sentir profundamente triste que o nosso país trate assim os seus Homens, a sua Educação, a sua Cultura, a sua Liberdade.
Não conheço Gonçalo Amaral e nem aqui está em causa o facto de concordar com a sua tese defendida no seu livro proibido. O que está em causa é o princípio da liberdade de expressão que foi profundamente ferido. Se os direitos de personalidade do casal McCann foram ofendidos, então e o direito de personalidade de Gonçalo Amaral quando este foi acusado de alcoólatra e cabecilha de redes de pedofilia? É que nessa altura ninguém da justiça portuguesa se indignou ou movimentou instrumentos jurídicos. O casal McCann merece solidariedade por ter perdido a sua filha? Claro que sim. Mas alguém se lembra ou lembrou alguma vez as filhas de Gonçalo Amaral, uma delas bem pequena, a quem todas as acusações proferidas contra o pai em praça pública afectam como a qualquer outra criança?
O que me indigna é a forma como todo este processo foi conduzido e a censura renascida. Se a tese defendida por Gonçalo Amaral está correcta ou se é um completo absurdo, é algo que a justiça portuguesa deveria ter permitido ser provado. Mas é mais fácil censurar!
Já todos perceberam que acredito e defendo a mesma tese que Gonçalo Amaral, mas mesmo que não acreditasse nem um pouquinho que fosse, a minha conclusão seria a mesma, aqui resumida em sábias palavras de Voltaire:
"Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo."
"Acontece com os livros o mesmo que com os homens, um pequeno grupo, desempenha um grande papel."
"A perfeição da própria conduta consiste em manter cada um a sua dignidade sem prejudicar a liberdade alheia."
Prós:
Contras:
domingo, 3 de janeiro de 2010
"Os Cavaleiros de S. João Baptista" - Domingos Amaral

Título: Os Cavaleiros de S. João Baptista
Autor: Domingos Amaral
Editora: Editorial Notícias
Edição: 1.ª edição / Novembro 2004
Páginas: 371
Sinopse:
Esta é a primeira leitura deste ano de 2010, e resulta de uma troca de livros com o Ricardo.
A história é passada em Portugal e vai ressuscitar as várias histórias dos Templários e do seu tesouro, que se diz escondido em terras lusas.
O desaparecimento misterioso de Mariana, filha do advogado Marcos Portugal conhecido como o tubarão é o mote para uma história contada a dois tempos. Se por um lado assistimos à procura de Mariana por parte de João Pedro, advogado seu amigo que trabalaha para Marcos Portugal, simultaneamente vamos conhecendo a investigação policial do inspector Júlio César a um assassínio de uma mulher-a dias, a D. Elvira, crime de contornos cada vez mais estranhos.
A narrativa é fluída, prende o leitor e consegue despertar a curiosidade do que se vai passar a seguir.
Direi que podemos dividir o livro em duas partes: a primeira, em que as duas histórias se desenrolam em paralelo, onde o suspense prende o leitor e vamos conhecendo alguns segredos dos Templários, com todo o seu misticismo e erudição. Quando as duas histórias se fundem, inicia-se aquela que designo como segunda parte e que considero a mais fraca da narrativa.
Apesar de o ritmo da acção se tornar muito mais rápido, a história assume uma dimensão demasiado fantasiosa e poco verosímil. O incêndio na quinta, a loucura de Liliana, a existência do tesouro (ou não) surgem de tal forma que não me conseguiram fazer esquecer que estava a ler um livro.
No entanto, gostei da leitura. Foi uma forma leve de começar o ano.
Prós:
Contras:
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Os Melhores e os Piores de 2009

- O Cego de Sevilha (Robert Wilson)
- A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
- Beleza Assassina (Chelsea Cain)
- Firmin (Sam Savage)
- A Ilha das Trevas (José Rodrigues dos Santos)
- Comboio Nocturno Para Lisboa (Pascal Mercier)
- Terra de Neve (Yasunari Kawabata)
- After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)
- Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)
- A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)
- A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)
- Messias (Boris Starling)
As desilusões do ano foram:
- A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)
- Sem Sangue (Alessandro Baricco)
- A Canção de Kali (Dan Simmons)
- O Pintor de Sombras (Esteban Martin)
Livros Lidos em 2009

- O Cego de Sevilha (Robert Wilson)
- Uma Vida Normal (Paulo Azevedo)
- A Vida num Sopro (José Rodrigues dos Santos)
- A Hora da Morte (Lisa Gardner)
- O Mapa do Criador (Emilio Calderón)
- A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
- O Clube Mefisto (Tess Gerritsen)
- O Hóspede (Marie Belloc Lowndes)
- O Império dos Pardais (João Paulo Oliveira e Costa)
- Chamava-se Luís (Marina Mayoral)
- A Embaixadora (Dick Haskins)
- A Dançarina Do Templo (John Speed)
- O Estripador de Lisboa (Luís Campos)
- Vates A.G.B. (Ana Margarida Oliveira)
- Beleza Assassina (Chelsea Cain)
- Firmin (Sam Savage)
- Armadilha (Kitty Sewell)
- A Ilha das Trevas (José Rodrigues dos Santos)
- A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)
- O Jantar é às Oito (Dick Haskins)
- A Cidade sem Tristeza (Anosh Irani)
- Comboio Nocturno para Lisboa (Pascal Mercier)
- Chegou a Tua Hora (Karen Rose)
- Sem Sangue (Alessandro Baricco)
- Maigret e o Assassino do Canal (Simenon)
- Hotel Lusitano (Rui Zink)
- Equinócio (Michael White)
- Terra de Neve (Yasunari Kawabata)
- Pecados na Noite (Tami Hoag)
- A Mão do Pecado (Tami Hoag)
- O Leitor (Bernhard Schlink)
- A Canção de Kali (Dan Simmons)
- After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)
- Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)
- A Mensageira (Daniel Silva)
- O Alfarrabista que Mandou Falsificar os Lusíadas (Sérgio Sousa-Rodrigues)
- A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)
- L. Ville (Fernando Sobral)
- Os Homens Que Odeiam as Mulheres (Stieg Larsson)
- O Afinador de Pianos (Daniel Mason)
- A Ofensa (Ricardo Menendez Salmón)
- A Mãe de Um Rio (Agustina Bessa-Luís)
- O Clube das Sobreviventes (Lisa Gardner)
- Sozinhos (Lisa Gardner)
- O Último Setembro em Teerão (Dalia Sofer)
- A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)
- Sputnik, Meu Amor (Haruki Murakami)
- O Pintor de Sombras (Esteben Martin)
- À Queima Roupa (Rui Araújo)
- Messias (Boris Starling)
Livros comprados em 2009
Em matéria de livros comprados, o ano de 2009 foi bastante produtivo (nem me atrevo a fazer contas aos 83 livros que comprei...). Adquiri livros em livrarias, em hipermercados, em feiras (incluindo a Feira do Livro), em alfarrabistas e em leilões on-line.Aqui fica a lista, por mês de aquisição:
JANEIRO
- Equinócio (Michael White)
- Ilusão Fatal (Frank Tallis)
FEVEREIRO
- O Cavaleiro de Sainte-Hermine - 2 volumes (Alexandre Dumas)
MARÇO
- A Sabedoria dos Mortos (Rodolfo Martinez)
- A Embaixadora (Dick Haskins)
- A Sétima Sombra (Dick Haskins)
- A Noite Antes do Fim (Dick Haskins)
- Beleza Assassina (Chelsea Cain)
- O Estripador de Lisboa (Luís Campos)
- A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)
ABRIL
- Messias (Boris Starling)
- A Conspiração de Papel (Davis Liss)
- Comboio Nocturno para Lisboa (Pascal Mercier)
- As Mãos Desaparecidas (Robert Wilson)
- Águas Calmas (Tami Hoag)
- Firmin (Sam Savage)
- After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)
- O Jogo do Anjo (Carlos Ruiz Zafón)
- Pecados na Noite (Tami Hoag)
- O Clube das Sobreviventes (Lisa Gardner)
- Dragão Vermelho (Thomas Harris)
- O Jantar é às Oito (Dick Haskins) ed. antiga
MAIO
- Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)
- Terra de Neve (Yasunari Kawabata)
- O Minuto 180 (Dick Haskins)
- Conta-me Histórias (Ana Cristina Ferrão)
- Sem Sangue (Alessandro Baricco)
- Mentiras no Divã (Irvin D. Yalom)
- Gelo Ardente (Clive Cussler)
- A Canção de Kali (Dan Simmons)
- O Romance de Genji - parte II (Murasaki Shikibu)
- Os Homens Que Odeiam as Mulheres (Stieg Larsson)
- Último Acto em Lisboa (Robert Wilson)
- As Memórias do Livro (Geraldine Brooks)
- O Traficante de Armas (Hugh Laurie)
- O Senhor do Falcão (Valeria Montaldi)
- Chegou a Tua Hora (Karen Rose)
- O Pintor de Sombras (Esteban Martin)
JUNHO
- Assassinos Escondidos (Robert Wilson)
- O Caso das Garras de Veludo (Perry Mason)
- O Adeus às Armas (Ernest Hemingway)
- Maigret e O Assassino do Canal (Simenon)
- A Mensageira (Daniel Silva)
JULHO
- Em Busca de Uma Voz Distante (Taichi Yamada)
- Desconhecidos (Taichi Yamada)
- O Leitor (Bernhard Schlink)
- O Último Cabalista de Lisboa (Richard Zimler)
- O Jantar é às Oito (Dick Haskins) ed. recente
- Psíquico (Dick Haskins)
- Clímax (Dick Haskins)
AGOSTO
- A Imperatriz da Seda - O Tecto do Mundo (José Frèches)
- A Imperatriz da Seda - Os Olhos de Buda (José Frèches)
- A Imperatriz da Seda - A Usurpadora (José Frèches)
- O Sabor da Vingança (Karen Rose)
- A Morte Chama-te (Karen Rose)
- Fragmentos de Uma Conspiração (José Manuel Lopes)
- A s Luzes Brancas de Paris (Theresa Revay)
- O Alfarrabista que Mandou Falsificar os Lusíadas (Sérgio Sousa-Rodrigues)
- Gone, Baby, Gone (Dennis Lehane)
- A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)
- L. Ville (Fernando Sobral)
- O Último Setembro em Teerão (Dalia Sofer)
SETEMBRO
- A Única Verdade (Anna Quindlen)
- Sei Onde Estás (Karen Rose)
OUTUBRO
- Os Orfãos do Mal (Nicolas D'Estienne D'Orves)
- À Queima Roupa (Rui Araújo)
- Falso Alarme (Tami Hoag)
- Fúria Divina (José Rodrigues dos Santos)
- Escritos Secretos (Sebastian Barry)
- O Mistério da Estrada de Sintra (Eça de Qieróz e Ramalho Ortigão)
NOVEMBRO
- A Casa Quieta (Rodrigo Guedes de Carvalho)
- O Que Entra nos Livros (António Manuel Venda)
- A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina E Um Fósforo (Stieg Larsson)
- A Rainha No Palácio Das Correntes De Ar (Stieg Larsson)
- Auto-Retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo (Haruki Murakami)
- A Sul da Fronteira, A Oeste do Sol (Haruki Murakami)
DEZEMBRO
- Paixão pelo Chá
- O Mar em Casablanca (Francisco José Viegas)
- 30 Anos (António Murteira da Silva e Rui Costa)
- O Deus das Moscas (William Golding)
- Dia de Cães (Alicia Giménez Bartlett)
- A Chantagem do Vixen 03 (Clive Cussler)
Livros que Recebi em 2009

Estes livros foram-me oferecidos em diversas ocasiões durante o ano de 2009: Ofertas do meu amigo António Andrade Albuquerque, Dia dos Namorados, Aniversário e Natal.
- O Clube Mefisto (Tess Gerritsen)
- A Ofensa (Ricardo Menéndez Salmón)
- O Homemde Sampetersburgo (Ken Follett)
- A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)
- Sozinhos (Lisa Gardner)
- O Papa que Nunca Existiu - edição brasileira (António Andrade Albuquerque)
- O Símbolo Perdido (Dan Brown)
- Doida Não e Não (Manuela Gonzaga)
- A Mordaça Inglesa (Gonçalo Amaral)
- O Espaço Vazio (Dick Haskins)
- Lisboa 44 (Dick Haskins)
