sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

De volta

Olá, estou de volta... pelo menos pretendo estar de volta! É que esta semana deixou-me de rastos e nem forças tinha para aqui vir.
A esquizófrenia colectiva no local de trabalho continua. Os horários de 12 horas também. E o médico ainda não decidiu nada, pois foram necessários mais exames e nova consulta marcada para dia 26. Bolas, estou cansada, as dores voltaram e agora o meu cara metade diz que eu ressono. Devo estar a ficar velha, só pode!
Mas cá vou andando e lendo, apesar de este ser o meu melhor aspecto.
Obrigado por continuarem a visitar este cantinho.

domingo, 10 de janeiro de 2010

"30 Anos - A maior banda de rock português" - António Murteira da Silva e Rui Costa


Título: 30 Anos - A maior banda de rock português
Autores: António Murteira da Silva e Rui Costa
Editora: Bertrand Editora
Edição: 1.ª Edição / Novembo 2009
Páginas: 173


Sinopse:

"Os Xutos & Pontapés são um marco na música e na sociedade portuguesa. Poucas são as bandas que se podem dar ao luxo de afirmar que comemoraram o 30.º aniversário com uma formação quase intocada. Gui, João Cabeleira, Kalú, Tim e Zé Pedro dispensam apresentações. Eles marcaram de forma indelével o último quartel do século xx e, certamente, irão marcar a música nacional que se fará neste século. Os fãs e aqueles que agora começam a descobri-los encontrarão neste livro a história dos cinco músicos que fizeram a banda sonora da vida de várias gerações"


Opinião:

Não sei se por já ter lido, e relido "Conta-me Histórias" de Ana Cristina Ferrão, se por já conhecer a história dos Xutos e Pontapés de cor e salteado (afinal são já mais de 20 anos a acompanhar a banda), que este livro não me conseguiu satisfazer. Terminei de o ler com uma sensação estranha...


O livro é escrito por dois fãs dos Xutos e isso nota-se ao longo das páginas. No entanto a abordagem é um pouco superficial, aborda a história dos Xutos um pouco "pela rama". Se calhar sou eu que esperava algo mais, algo novo, que ainda não soubesse. Foca todos os períodos da banda, mas a sensação com que fiquei é que é lhe falta qualquer coisa mais. A verdade é que quem leia este livro fica a conhecer, de um modo geral, a história dos Xutos e Pontapés, enquanto banda, e a sua discografia. Aliás o que eu senti é que este livro é mais uma história em torno das histórias de cada disco dos Xutos e Pontapés.

Não desgostei, mas não me fascinou nem satisfez. Mas como já disse, talvez o mal seja mesmo meu que já conheço a história da banda e que vivi alguns dos momentos descritos. E no que toca aos Xutos as minhas vivências ultrapassam qualquer descrição, pois a emoção prevalece! Eneste livro falto isso mesmo, emocionar-me, fazer-me sorrir de nostalgia.


Prós:

Nota-se uma intensa pesquisa dos autores e a sua admiração pela bnda, bem como um conhecimento da sua história.


Contras:

O livro procura uma linguagem muito próxima da oralidade, o que nem sempre é bem conseguido. Alguns erros de português como por exemplo: ".. tivemos lá cerca de um mês" quando deveria ser "... estivemos lá cerca de um mês"

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"Um grito de amor desde o centro do mundo" Kyoichi Katayama

Título: Um grito de amor desde o centro do mundo
Autor: Kyoichi Katayama
Tradução: Catarina Gândara
Editora: Objectiva
Edição: 1.ª Edição / Novembro 2009
Páginas: 192


Sinopse
"Sakutarô e Aki conhecem-se na escola de uma pequena cidade japonesa. Ele é um adolescente engenhoso e sarcástico. Ela é inteligente, bonita e popular. Tornam-se amigos inseparáveis até que, um dia, Sakutarô começa a ver Aki com outros olhos. A amizade cíumplice transforma-se numa paixão arrebatadora. Juntos vivem uma história capaz de transformar os sentidos e apagar as fronteiras entre a vida e a morte"


Opinião:
Lindo! Um livro fantástico, que confirmou as minhas expectativas e a minha paixão pela literatura japonesa.

Sakutarô e Aki são dois jovens que começam por ter uma amizade profunda e terminam com um amor cúmplice, doce e verdadeiro, que transcende a realidade e a vida.

A história do casal é contada em simultâneo com a históriia do avô de Sakutarô, que viveu um amor profundo apesar de interrompido. Também o amor de Sakutarô e Aki vai ser interrompido pela doença terminal da rapariga. Mas os sentimentos que os unem são tão profundos e verdadeiros que conseguem ultrapassar todas as provações e perdurar até para além da morte.

Uma história maravilhosa, onde está presente toda a musicalidade e a poesia da literatura japonesa. É um hino ao amor, à capacidade de amar, aos verdadeiros sentimentos.

Kyoichi Katayama é um autor a reter, sem dúvida!

Este livro foi um maravilhosa forma de começar o ano. Adorei!

Prós:
A poesia, a musicalidade do texto que soa de forma tão maravilhosa. Simultaneamente à doçura de algumas partes do texto, o autor transmite a dureza e a crueldade das doenças terminais ao relatar a situação de Aki. A proximidade que o autor cria entre personagens e leitor.

Contras:
Não tem

O meu estado de saúde actual



Já aqui falei da endometriose doença crónica que me afecta.

Nos últimos tempos a situação agravou-se e apesar do tratamento que faço há dois anos, as dores voltaram a surgir. Lá fui eu novamente fazer exames e análises. Conclusão: apesar do tratamento a endometriose continuou a desenvolver-se e actualmente está instalada (confortavelmente para ela, desconfortavelmente para mim) nos intestinos, septo recto-vaginal e bexiga, para além de me ter virado o útero em sentido contrário e de o ter colado (literalmente) aos intestinos.

Perante o abuso desta senhora (leia-se endometriose) que decide infiltrar-se e desenvolver-se no meu interior como bem lhe apetece, o médico colocou a hipótese da cirurgia, para separar o útero dos intestinos e "recolocá-lo" no sítio, bem como retirar todas as lesões que existem. Assim, lá fui eu hoje para uma consulta com o médico cirurgião. Entrei no Hospital às 10h30 e saí às 18h00 com a confirmação da operação (que o médico diz ser difícil) e uma ressonância magnética pélvica realizada. Amanhã vou fazer análises (painel pré-procedimento cirúrgico) e no dia 19 lá tenho nova consulta, já com os resultados de todos os exames. Depois é só aguardar pela autorização da seguradora e fazer a cirurgia.

Vamos lá ver se este problema se resolve de uma vez por todas e se as dores me abandonam!

Mas sabem o que de curioso me aconteceu? Quando estava deitada a ser preparada para a ressonância magnética, e mesmo antes de entrar para o túnel, o que é que estava a tocar no rádio???!!!!! Xutos e Pontapés! Mais uma vez estavam presentes com a sua música num momento importante para mim.

E durante todo o tempo que andei pelo hospital, acabei o livro que levava. Para a próxima levo um livro de reserva, e assim já não me acontece ter de ficar cerca de hora e meia sem nada para ler.

Bem, e como há sempre algo de positivo em tudo, nesta situação, em que vou ter de ficar algum tempo em casa no pós-operatório, vou ter muito tempo para ler. Será que é desta que a pilha de livros para ler diminui consideravelmente?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

"A Mordaça Inglesa" - Gonçalo Amaral



Título: A Mordaça Inglesa - A História de um Livro Proibido
Autor: Gonçalo Amaral
Editora: Planeta
Edição: 1.ª Edição - Dezembro de 2009
Páginas: 106


Sinopse:

"Escrevi o livro Maddie - A Verdade da Mentira de forma responsável, fundamentado em factos, onde deixei expressa uma opinião técnica partilhada por quem trabalhou comigo na investigação do chamado Caso Maddie, constituindo uma resposta a difamações e um contributo para a descoberta da verdade material, no exercício da liberdade de expressão conquistada com o 25 de Abril de 1974. Catirze meses depois, uma providência cautelar apresentada pelo casal McCann visa a proibição de tal livro, manifestando o interesse em calar as vozes contrárias à tese do rapto.

Este livro surge da minha indignação perante o peso da censura a estilhaçar os direitos fundamentais do ser humano. Não desejo o papel de vítima mas recuso-me a ser submisso. E não posso silenciar ou deixar cair no esquecimento valores universais que conferem ao homem a sua verdadeira dimensão. E é por isso que a minha indignação não deve ser solitária. A luta contra a censura é urgente e nasce da vontade de todos.

Mais do que um protesto de um homem amordaçado, pretendo, sobretudo, defender a liberdade de expressão como o direito de formular livre e responsavelmente pareceres, conceitos e convicções. A história de um livro proibido precisa de ser contada. Em nome da liberdade e da responsabilidade."


Opinião:

Comecei a ler este livro ontem de manhã e acabei hoje de manhã.

Não é um romance, nem o relato de uma investigação, muito menos é um policial. É sim, um grito de indignação de alguém que se sente injustiçado, amordaçado, privado da sua liberdade sem estar preso, porque pior que a prisão física é a prisão que restringe, ou pretende restrigir a liberdade de pensamento e de expressão.

O livro de Gonçalo Amaral, "Maddie - A Verdade da Mentira" foi proibido e consequentemente retirado de venda, na sequência de uma providência cautelar aceite por um Tribunal português. Logo na altura divulguei aqui a notícia e manifestei a minha indignação.

Neste novo livro, Gonçalo Amaral manifesta o seu sentimento de injustiça e sente-se, ao longo das páginas, a sua profunda desilusão com os princípios que defendeu e com a instituição que representou em quase três décadas. É triste, mas é bem verdade.

O me indigna profundamente é o facto de este nosso país, pequenino, se fazer ainda mais pequenino quando o olham de cima, sobranceiramente, vergando-se a interesses e poderes mesquinhos, subjugando valores tão essenciais como a liberdade de expressão ou descredibilizando instituições de reconhecido valor. Mas a verdade é que um país e as suas instiuições são feitos de Homens e reflectem os valores desses Homens, algumas vezes feliz outras vezes infelizmente.

Não me consigo capacitar que em pleno século XXI, três décadas e cinco anos após uma democracia instalada, se tenha assistido à proibição de um livro. Faz relembrar outros tempos, dos quais não me recordo, mas sobre os quais li e ouvi muito. Faz-me sentir profundamente triste que o nosso país trate assim os seus Homens, a sua Educação, a sua Cultura, a sua Liberdade.

Não conheço Gonçalo Amaral e nem aqui está em causa o facto de concordar com a sua tese defendida no seu livro proibido. O que está em causa é o princípio da liberdade de expressão que foi profundamente ferido. Se os direitos de personalidade do casal McCann foram ofendidos, então e o direito de personalidade de Gonçalo Amaral quando este foi acusado de alcoólatra e cabecilha de redes de pedofilia? É que nessa altura ninguém da justiça portuguesa se indignou ou movimentou instrumentos jurídicos. O casal McCann merece solidariedade por ter perdido a sua filha? Claro que sim. Mas alguém se lembra ou lembrou alguma vez as filhas de Gonçalo Amaral, uma delas bem pequena, a quem todas as acusações proferidas contra o pai em praça pública afectam como a qualquer outra criança?

O que me indigna é a forma como todo este processo foi conduzido e a censura renascida. Se a tese defendida por Gonçalo Amaral está correcta ou se é um completo absurdo, é algo que a justiça portuguesa deveria ter permitido ser provado. Mas é mais fácil censurar!

Já todos perceberam que acredito e defendo a mesma tese que Gonçalo Amaral, mas mesmo que não acreditasse nem um pouquinho que fosse, a minha conclusão seria a mesma, aqui resumida em sábias palavras de Voltaire:


"Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo."


"Acontece com os livros o mesmo que com os homens, um pequeno grupo, desempenha um grande papel."

"A perfeição da própria conduta consiste em manter cada um a sua dignidade sem prejudicar a liberdade alheia."


Prós:
As reflexões sobre a liberdade que me fizeram relembrar as aulas de Filosofia.


Contras:
Por vezes a linguagem utilizada é demasiado jurídica. Nota-se bem a formação académica do autor.

domingo, 3 de janeiro de 2010

"Os Cavaleiros de S. João Baptista" - Domingos Amaral



Título: Os Cavaleiros de S. João Baptista
Autor: Domingos Amaral
Editora: Editorial Notícias
Edição: 1.ª edição / Novembro 2004
Páginas: 371


Sinopse:

"O que fazer quando a rapariga por quem estamos apaixonados desaparece subitamente? João Pedro, um jovem advogado, faz o óbvio e começa à procura de Mariana, a filha de Marcos Portugal, um advogado para quem João Pedro trabalha. Mas nem o pai nem os amigos sabem dela, e quanto mais João Pedro a procura, mais desespera e mais suspeita de que o seu desaparecimento poderá estar ligado aos negócios de Marcos Portugal, e a uma estranha fundação que, na região de Tomar, procura tesouros escondidos pelos Templários. Os Cavaleiros de São João Baptista é um policial onde o crime se cruza com o amor, o sexo se mistura com a ganância e se descobrem segredos da História de Portugal e de uma relíquia antiga que todos pensam ter sido roubada..."


Opinião:

Esta é a primeira leitura deste ano de 2010, e resulta de uma troca de livros com o Ricardo.

A história é passada em Portugal e vai ressuscitar as várias histórias dos Templários e do seu tesouro, que se diz escondido em terras lusas.

O desaparecimento misterioso de Mariana, filha do advogado Marcos Portugal conhecido como o tubarão é o mote para uma história contada a dois tempos. Se por um lado assistimos à procura de Mariana por parte de João Pedro, advogado seu amigo que trabalaha para Marcos Portugal, simultaneamente vamos conhecendo a investigação policial do inspector Júlio César a um assassínio de uma mulher-a dias, a D. Elvira, crime de contornos cada vez mais estranhos.

A narrativa é fluída, prende o leitor e consegue despertar a curiosidade do que se vai passar a seguir.

Direi que podemos dividir o livro em duas partes: a primeira, em que as duas histórias se desenrolam em paralelo, onde o suspense prende o leitor e vamos conhecendo alguns segredos dos Templários, com todo o seu misticismo e erudição. Quando as duas histórias se fundem, inicia-se aquela que designo como segunda parte e que considero a mais fraca da narrativa.

Apesar de o ritmo da acção se tornar muito mais rápido, a história assume uma dimensão demasiado fantasiosa e poco verosímil. O incêndio na quinta, a loucura de Liliana, a existência do tesouro (ou não) surgem de tal forma que não me conseguiram fazer esquecer que estava a ler um livro.

No entanto, gostei da leitura. Foi uma forma leve de começar o ano.


Prós:
A escrita fluída, despretensiosa. A ideia de uma fundação secreta com base na ideologia dos Templários e o ressuscitar de lendas.


Contras:
A fantasia em que se envolve, em especial na segunda parte do livro, que não me fez esquecer que estava a ler um livro. Fez-me lembrar aqueles filmes, estilo "Missão Impossível" em que penso "só mesmo em filme!"

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Os Melhores e os Piores de 2009




De todas as leituras que fiz em 2009, existem aqueles livros que considero inesquecíveis e aqueles que constituiram uma desilusão.




Considero como os melhores livros que li em 2009.




  • O Cego de Sevilha (Robert Wilson)


  • A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)


  • Beleza Assassina (Chelsea Cain)


  • Firmin (Sam Savage)


  • A Ilha das Trevas (José Rodrigues dos Santos)


  • Comboio Nocturno Para Lisboa (Pascal Mercier)


  • Terra de Neve (Yasunari Kawabata)


  • After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)


  • Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)


  • A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)


  • A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)


  • Messias (Boris Starling)




As desilusões do ano foram:





  • A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)


  • Sem Sangue (Alessandro Baricco)


  • A Canção de Kali (Dan Simmons)


  • O Pintor de Sombras (Esteban Martin)

Livros Lidos em 2009


No ano de 2009 li 50 livros. Queria ler mais, mas a vida profissional nem sempre me permite dedicar à leitura o tempo que eu gostaria. Mesmo assim, considero que foi um bom ano em termos de leituras.




  1. O Cego de Sevilha (Robert Wilson)


  2. Uma Vida Normal (Paulo Azevedo)


  3. A Vida num Sopro (José Rodrigues dos Santos)


  4. A Hora da Morte (Lisa Gardner)


  5. O Mapa do Criador (Emilio Calderón)


  6. A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)


  7. O Clube Mefisto (Tess Gerritsen)


  8. O Hóspede (Marie Belloc Lowndes)


  9. O Império dos Pardais (João Paulo Oliveira e Costa)


  10. Chamava-se Luís (Marina Mayoral)


  11. A Embaixadora (Dick Haskins)


  12. A Dançarina Do Templo (John Speed)


  13. O Estripador de Lisboa (Luís Campos)


  14. Vates A.G.B. (Ana Margarida Oliveira)


  15. Beleza Assassina (Chelsea Cain)


  16. Firmin (Sam Savage)


  17. Armadilha (Kitty Sewell)


  18. A Ilha das Trevas (José Rodrigues dos Santos)


  19. A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)


  20. O Jantar é às Oito (Dick Haskins)


  21. A Cidade sem Tristeza (Anosh Irani)


  22. Comboio Nocturno para Lisboa (Pascal Mercier)


  23. Chegou a Tua Hora (Karen Rose)


  24. Sem Sangue (Alessandro Baricco)


  25. Maigret e o Assassino do Canal (Simenon)


  26. Hotel Lusitano (Rui Zink)


  27. Equinócio (Michael White)


  28. Terra de Neve (Yasunari Kawabata)


  29. Pecados na Noite (Tami Hoag)


  30. A Mão do Pecado (Tami Hoag)


  31. O Leitor (Bernhard Schlink)


  32. A Canção de Kali (Dan Simmons)


  33. After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)


  34. Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)


  35. A Mensageira (Daniel Silva)


  36. O Alfarrabista que Mandou Falsificar os Lusíadas (Sérgio Sousa-Rodrigues)


  37. A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)


  38. L. Ville (Fernando Sobral)


  39. Os Homens Que Odeiam as Mulheres (Stieg Larsson)


  40. O Afinador de Pianos (Daniel Mason)


  41. A Ofensa (Ricardo Menendez Salmón)


  42. A Mãe de Um Rio (Agustina Bessa-Luís)


  43. O Clube das Sobreviventes (Lisa Gardner)


  44. Sozinhos (Lisa Gardner)


  45. O Último Setembro em Teerão (Dalia Sofer)


  46. A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)


  47. Sputnik, Meu Amor (Haruki Murakami)


  48. O Pintor de Sombras (Esteben Martin)


  49. À Queima Roupa (Rui Araújo)


  50. Messias (Boris Starling)

Livros comprados em 2009

Em matéria de livros comprados, o ano de 2009 foi bastante produtivo (nem me atrevo a fazer contas aos 83 livros que comprei...). Adquiri livros em livrarias, em hipermercados, em feiras (incluindo a Feira do Livro), em alfarrabistas e em leilões on-line.

Aqui fica a lista, por mês de aquisição:

JANEIRO
  • Equinócio (Michael White)
  • Ilusão Fatal (Frank Tallis)

FEVEREIRO

  • O Cavaleiro de Sainte-Hermine - 2 volumes (Alexandre Dumas)

MARÇO

  • A Sabedoria dos Mortos (Rodolfo Martinez)
  • A Embaixadora (Dick Haskins)
  • A Sétima Sombra (Dick Haskins)
  • A Noite Antes do Fim (Dick Haskins)
  • Beleza Assassina (Chelsea Cain)
  • O Estripador de Lisboa (Luís Campos)
  • A Balada da Praia dos Cães (José Cardoso Pires)

ABRIL

  • Messias (Boris Starling)
  • A Conspiração de Papel (Davis Liss)
  • Comboio Nocturno para Lisboa (Pascal Mercier)
  • As Mãos Desaparecidas (Robert Wilson)
  • Águas Calmas (Tami Hoag)
  • Firmin (Sam Savage)
  • After Dark - Os Passageiros da Noite (Haruki Murakami)
  • O Jogo do Anjo (Carlos Ruiz Zafón)
  • Pecados na Noite (Tami Hoag)
  • O Clube das Sobreviventes (Lisa Gardner)
  • Dragão Vermelho (Thomas Harris)
  • O Jantar é às Oito (Dick Haskins) ed. antiga

MAIO

  • Rios de Púrpura (Jean Christophe Grangé)
  • Terra de Neve (Yasunari Kawabata)
  • O Minuto 180 (Dick Haskins)
  • Conta-me Histórias (Ana Cristina Ferrão)
  • Sem Sangue (Alessandro Baricco)
  • Mentiras no Divã (Irvin D. Yalom)
  • Gelo Ardente (Clive Cussler)
  • A Canção de Kali (Dan Simmons)
  • O Romance de Genji - parte II (Murasaki Shikibu)
  • Os Homens Que Odeiam as Mulheres (Stieg Larsson)
  • Último Acto em Lisboa (Robert Wilson)
  • As Memórias do Livro (Geraldine Brooks)
  • O Traficante de Armas (Hugh Laurie)
  • O Senhor do Falcão (Valeria Montaldi)
  • Chegou a Tua Hora (Karen Rose)
  • O Pintor de Sombras (Esteban Martin)

JUNHO

  • Assassinos Escondidos (Robert Wilson)
  • O Caso das Garras de Veludo (Perry Mason)
  • O Adeus às Armas (Ernest Hemingway)
  • Maigret e O Assassino do Canal (Simenon)
  • A Mensageira (Daniel Silva)

JULHO

  • Em Busca de Uma Voz Distante (Taichi Yamada)
  • Desconhecidos (Taichi Yamada)
  • O Leitor (Bernhard Schlink)
  • O Último Cabalista de Lisboa (Richard Zimler)
  • O Jantar é às Oito (Dick Haskins) ed. recente
  • Psíquico (Dick Haskins)
  • Clímax (Dick Haskins)

AGOSTO

  • A Imperatriz da Seda - O Tecto do Mundo (José Frèches)
  • A Imperatriz da Seda - Os Olhos de Buda (José Frèches)
  • A Imperatriz da Seda - A Usurpadora (José Frèches)
  • O Sabor da Vingança (Karen Rose)
  • A Morte Chama-te (Karen Rose)
  • Fragmentos de Uma Conspiração (José Manuel Lopes)
  • A s Luzes Brancas de Paris (Theresa Revay)
  • O Alfarrabista que Mandou Falsificar os Lusíadas (Sérgio Sousa-Rodrigues)
  • Gone, Baby, Gone (Dennis Lehane)
  • A Interpretação do Crime (Jed Rubenfeld)
  • L. Ville (Fernando Sobral)
  • O Último Setembro em Teerão (Dalia Sofer)

SETEMBRO

  • A Única Verdade (Anna Quindlen)
  • Sei Onde Estás (Karen Rose)

OUTUBRO

  • Os Orfãos do Mal (Nicolas D'Estienne D'Orves)
  • À Queima Roupa (Rui Araújo)
  • Falso Alarme (Tami Hoag)
  • Fúria Divina (José Rodrigues dos Santos)
  • Escritos Secretos (Sebastian Barry)
  • O Mistério da Estrada de Sintra (Eça de Qieróz e Ramalho Ortigão)

NOVEMBRO

  • A Casa Quieta (Rodrigo Guedes de Carvalho)
  • O Que Entra nos Livros (António Manuel Venda)
  • A Rapariga Que Sonhava Com Uma Lata de Gasolina E Um Fósforo (Stieg Larsson)
  • A Rainha No Palácio Das Correntes De Ar (Stieg Larsson)
  • Auto-Retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo (Haruki Murakami)
  • A Sul da Fronteira, A Oeste do Sol (Haruki Murakami)

DEZEMBRO

  • Paixão pelo Chá
  • O Mar em Casablanca (Francisco José Viegas)
  • 30 Anos (António Murteira da Silva e Rui Costa)
  • O Deus das Moscas (William Golding)
  • Dia de Cães (Alicia Giménez Bartlett)
  • A Chantagem do Vixen 03 (Clive Cussler)

Livros que Recebi em 2009



Estes livros foram-me oferecidos em diversas ocasiões durante o ano de 2009: Ofertas do meu amigo António Andrade Albuquerque, Dia dos Namorados, Aniversário e Natal.







  • O Clube Mefisto (Tess Gerritsen)
  • A Ofensa (Ricardo Menéndez Salmón)
  • O Homemde Sampetersburgo (Ken Follett)
  • A Solidão dos Números Primos (Paolo Giordano)
  • Sozinhos (Lisa Gardner)
  • O Papa que Nunca Existiu - edição brasileira (António Andrade Albuquerque)
  • O Símbolo Perdido (Dan Brown)
  • Doida Não e Não (Manuela Gonzaga)
  • A Mordaça Inglesa (Gonçalo Amaral)
  • O Espaço Vazio (Dick Haskins)
  • Lisboa 44 (Dick Haskins)

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