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sexta-feira, 10 de junho de 2011

"A Rainha no Palácio das Correntes de Ar" - Stieg Larsson

Título: A Rainha do Palácio das Correntes de Ar
Autor: Stieg Larsson
Tradutor: Mário Dias Correia
Editora: Oceanos
Edição: 2.ª Edição
Páginas: 715

Sinopse:

"Lisbeth Salander sobreviveu aos ferimentos de que foi vítima, mas não tem razões para sorrir: o seu estado de saúde inspira cuidados e terá de permanecer várias semanas no hospital, completamente impossibilitada de se movimentar e agir. As acusações que recaem sobre ela levaram a polícia a mantê-la incontactável. Lisbeth sente-se sitiada e, como se isto não bastasse, vê-se ainda confrontada com outro problema: o pai, que a odeia e que ela feriu à machadada, encontra-se no mesmo hospital com ferimentos menos graves e intenções mais maquiavélicas…
Entretanto, mantêm-se as movimentações secretas de alguns elementos da Säpo, a polícia de segurança sueca. Para se manter incógnita, esta gente que actua na sombra está determinada a eliminar todos os que se atravessam no seu caminho.Mas nem tudo podia ser mau: Lisbeth pode contar com Mikael Blomkvist que, para a ilibar, prepara um artigo sobre a conspiração que visa silenciá-la para sempre. E Mikael Blomkvist também não está sozinho nesta cruzada: Dragan Armanskij, o inspector Bublanski, Anika Gianini, entre outros, unem esforços para que se faça justiça. E Erika Berger? Será que Mikael pode contar com a sua ajuda, agora que também ela está a ser ameaçada? E quem é Rosa Figuerola, a bela mulher que seduz Mikael Blomkvist?"



Opinião:

Neste terceiro e último livro da Colecção Millennium, Lisbeth Salander assume o papel central da história, e há medida que esta se vai revelando, o título do livro desvenda-se. Lisbeth é a Rainha num sistema que parece perfeito, mas que na realidade está repleto de falhas: um Palácio com muitas correntes de ar...

Lisbeth Salander, a hacker, a mulher que parece uma adolescente, que tem dificuldades de relacionamento interpessoal, é acusada de um triplo homicídio. Mikael Blomkvist e Dragan Armanskij parecem ser os únicos a acreditar na sua inocência e unem esforços para o provar.

Enquanto a prova de inocência de Lisbeth se constrói, vamos conhecendo uma outra mulher. Uma mulher que foi menina e que é perseguida por tentar  fazer justiça.

Afinal, quem é Lisbeth Salander? Só ficará a saber com a leitura deste livro, que recomendo.

Prós: A escrita cativante, a construção psicológica da personagem Lisbeth Salander e o ritmo da história.

Contras:  A personagem de Lisbeth Salander assume por vezes características que a fazem assemelhar a uma herína de banda desenhada. 


quarta-feira, 25 de maio de 2011

"A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo" - Stieg Larsson

Título: "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo"
Autor: Stieg Larsson
Tradutor: Mário Dias Correia
Editora: Oceanos
Edição: 3.ª Edição
Páginas: 611


Sinopse:

"Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia, cede o pequeno apartamento onde vivia à sua amiga Miriam Wu, e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Pela primeira vez na vida é economicamente independente, mas cedo percebe que o dinheiro não é tudo: não tem amigos nem família e está só. Mikael Blomkvist, que tenta contactar Lisbeth Salander durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millennium chegou material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos  que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dag e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander. O seu passado sombrio e pouco convencional não abona a favor da sua imagem e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prjudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoas parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade."

Opinião:

Se no primeiro livro de Stieg Larsson, fiquei um pouco desiludida, com este segundo fiquei bastante agradada.

A história centra-se em Lisbeth Salander, que ao longo do livro nos vai dando a conhecer a sua história, fazendo com que o leitor simpatize e empatize com a personagem. 

Acusada de um triplo homicídio, Lisbeth é obrigada a viajar ao seu passado e a enfrentar os fantasmas que a perseguem. Só Mikael Blomkvist, com quem ela cortara o contacto há um ano, se recusa a aceitar a sua culpabilidade, e continua a procurar o seu paradeiro. Quando descobre o local onde Lisbeth tem vivido, ela já desaparecera. Será tarde de mais?

Prós: A escrita e o desenrolar dos acontecimentos fazem com que o leitor se envolva na narrativa.

Contras: A personagem de Lisbeth, é uma personagem cativante, mas em determinados momentos assume características de quase super herói, pouco convincentes e realistas.

sábado, 3 de outubro de 2009

"Os Homens que Odeiam as Mulheres" - Stieg Larsson

Sinopse:

"O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerström e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium.

Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a hist´ria da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer.

Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção.

Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar."

Acabei hoje de ler este livro. É um livro que se lê muito bem, sem darmos pelas páginas passarem. A história desenvolve-se a um ritmo que não deixa o leitor perder-se em divagações.

Quanto à história, confesso que gostei de ler, mas não me deslumbrou. Devido a todas as críticas que tenho lido sobre esta obra, esperava muio mais. Gostei, agradou-me mas não me deslumbrou.

Sendo este o primeiro volume da trilogia, penso que só depois de ler todos terei uma opinião verdadeiramente fidedigna, mas por agora considero-o um bom livro, agradável.

Não falarei muito da história, pois não quero aqui contá-la, e se começar a tentar desvendar um pouco, sinto que retiro qualquer factor surpresa a quem esteja a ler ou pretenda ler este livro. Aliás, esse é o aspecto que menos me agradou no livro: considero a história demasiado previsível e até forçada em alguns aspectos. Logo no início, ao ler o prólogo, imaginei o desaparecimento de Harriet Vanger muito próximo do que é relatado. Também a relação entre Lisbeth e Mikael é totalmente previsível, sendo até forçada na facilidade com que acontece, tendo em conta as características de Lisbeth.

Enfim, gostei de ler o livro, irei comprar os outros dois volumes e lê-los, mas esperava muito mais.

Um exemplo de como uma boa campanha de marketing faz um bestseller.




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