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quarta-feira, 2 de junho de 2010

"A Sul da Fronteira. A Oeste do Sol" - Haruki Murakami

Título: A Sul da Fronteira, A Oeste do Sol
Autor: Haruki Murakami
Tradutora: Maria João Lourenço
Editora: Casa das Letras
Edição: Março 2009 (1.ª Edição)
Páginas: 241

Sinopse:

"Na primeira semana do primeiro mês do primeiro ao da segunda metade do século XX, ao protagonista, que também faz as vezes de narrador, é dado o nome de Hajime, que significa «início». Filho único de uma normal família japonesa, Hajime vive numa província um pouco sonolenta, como normalmente todas as províncias o são. Nos seus tempos de rapazinho faz amizade com Shimamoto, também ela filha única e rapariga brilhante na escola, com quem reparte interesses pela leitura e pela música. Juntos, têm por hábito escutar a colecção de discos do pai dela, sobretudo «South of the Border, West of te Sun», tema de Nat King Cole que dá título ao romance.

Mas o destino faz com que os dois companheiros de escola sejam obrigados a separar-se. Os anos passam, Hajime segue a sua vida. A lembrança de Shimamoto, porém, permanece viva, tanto como aquilo que poderia ter sido como aquilo que não foi. De um dia para o outro, vinte anos mais tarde, Shimamoto reaparece certa noite na vida de Hajime. Para além de ser uma mulher de grande beleza e rara intensidade, a sua simples presença encontra-se envolta em mistério. Da noite para o dia, Hajime vê-se catapultado para o passado, colocando tudo o que tem, todo o seu presente em risco."


Opinião:

Mais um lindíssimo livro de Murakami! A escrita é soberba, a história tem uma poesia e uma envolvência fascinantes, que embalam o leitor na narrativa, trasnportando-o para a dimensão onírica da narrativa.

é brilhante a forma como a história de Hajime e Shimamoto é contada. Mais uma vez o tema dos fanstasmas  e dos encontros destes com os vivos (tão comum na literatura japonesa) está presente na história, mas de uma forma tão velada que o leitor se enrreda na história como se ela fosse o seu presente.

A amizade de Shimamoto e Hajime e a sua separação, são o tema que Murakami escolheu para explorar os fantasmas da vida, os arrependimentos e a vontade de refazer o caminho percorrido, fazendo escolhas diferentes, mas que inevitavelmente terminariam no mesmo epílogo. A história leva-nos a uma viagem ao íntimo do narrador, às suas ansiedades e procura de si mesmo, à sua busca de um sentido para a vida .

Um livro fantástico, para ser saboreado!

Prós:
As personagens, a poesia da escrita, a narrativa intimista mas ao mesmo tempo simples e fluída.

Contras:
Não tem.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

"Desconhecidos" - Taichi Yamada

Título: Desconhecidos
Autor: Taichi Yamada
Tradutora: Helena Serrano
Editora: Civilização
Edição: 2.ª edição / Julho 2006
Páginas: 165


Sinopse:
Este livro não tem sinopse, mas apresenta a seguinte descrição na contra-capa:

"Uma arrepiante história de fantasmas escrita com hipnótica clareza: de ritmo rápido, inteligente e assombrosa, com passagens de uma intensa percepção das relações entre pais e filhos, o que torna tão comovente este fascinante livro."
Bret Easton Ellis, Autor de Psicopata Americano



Opinião:
Mais um brilhante autor japonês.

Neste livro o leitor depara-se com uma história comovente entre homens e fantasmas, entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, tema muito habitual na literatura e folclore japonês.

Num prédio de escritórios, durante a noite, apenas dois inquilinos permanecem isolados na sua solidão. Quando um deles procura a companhia a companhia do outro e esta é recusada, uma série de acontecimentos são despoletados.

Um homem adulto, que perdeu os pais num acidente aos 12 anos de idade, reencontra uma felicidade que julgava impossível de reviver. Mas a que custo se pode viver uma felicidade assim?

Não vou falar da história pois isso retiraria todo o interesse a quem queira ler este magnífico livro.

Prós:
A linguagem, a musicalidade e a emotividade da história. O ritmo a que se desenvolve e nos prende até à última palavra.

Contras:
Não tem.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Literatura Japonesa



Para quem, como eu, for fã de literatura japonesa, deixo aqui um blogue que recentemente descobri:


domingo, 8 de novembro de 2009

"O Último Setembro em Teerão" - Dalia Sofer

Sinopse:

" Isaac Amin, um próspero joalheiro e gemologista iraniano de origem judaica, é surpreendido uma bela manhã pela presença de dois guardas da revolução, que o prendem, acusando-o de ser espião da Mossad, devido à sua riqueza - incompatível com a austeridade do regime de Ayatollah -, às suas viagens frequentes a Israel e ainda a uma ligação ao Xá deposto. Dalia Sofer descreve com vivacidade e realismo o ano que se segue à prisão de Amin, recorrendo a diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos de acordo com a situação de cada um dos membros da família. A experiência de encarceramento, tortura e extrema insegurança vivida por Amin, a ansiedade de Farnaz, que não desistirá de procurar o marido, a epopeia da pequena Shirin que a mãe considera demasiado jovem para ter consciência dos acontecimentos e, finalmente, o drama de Parviz, o filho mais velho que luta por continuar os seus estudos universitários em Nova Iorque. Um relato profundo e delicado sobre a vida de uma família dilacerada por um conflito, cultural, social e religioso entre Setembro de 1981 e Setembro de 1982. Seleccionado pelo The New York Times como um dos 100 mais notáveis títulos do ano da sua publicação."


Este livro é daqueles que quando se termina a sua leitura deixa um aperto na alma. É uma história triste, tantas vezes ouvida nos relatos das guerras do mundo. Mas a história de Isaac Amin e da sua família, faz-nos recuar a outras épocas da nossa história e pensar se afinal, apesar de com nomes diferentes, as guerras não são todas iguais.

Isaac Amin é preso, após a instauração da República Islâmica do Irão. Qual a sua acusação? Devido à sua riqueza, acumulada pelo seu árduo trabalho, e às frequentes viagens a Israel, é acusado de ser espião da Mossad. Esta acusação vê-se fundamentada pela relação da família de Amin com o Xá deposto.

Preso em Setembro de 1981, Isaac passa pelas mais humilhantes provações e dolorosas torturas, mas nunca perde a esperança de que o bem e a verdade vençam. Sempre acreditou que um dia seria libertado.

Vamos conhecendo a mulher de Isaac, Farnaz, mulher de gostos e estilo requintados, que antes da prisão do marido sente o seu casamento a distanciar-se cada vez mais. Conhecemos também os seus dois filhos: Shinrin, de nove anos, que tem amigas cujos pais fazem parte dos Guardas da Revolução, grupo que prendeu o seu próprio pai e Parviz, o filho mais velho que estuda arquitectura em Nova Iorque, e que se arrasta indolentemente enquanto espera pelo envio de dinheiro para pagar as dívidas que vai contraindo.

Ao longo da história observamos o declínio de toda uma família, perseguida e humilhada pelo seu passado que de culpa apenas tem o ter conseguido uma vida próspera, feliz e requintada.

Entre o desepero de Farnaz, a angústia de Shirin e o acordar de Parviz para o amor, a autora vai-nos dando um retrato do Irão e do fundamentalismo religioso.

À medida que avançamos na leitura vamos sentindo um misto de sentimentos, desde a tristeza até à revolta. Conseguimos sentir o vazio que se sente quando a injsutiça impera.

Uma história que nos relata o quão ganancioso, malévolo, vingativo e arbitrário consegue ser o ser humano, quando os seus actos são justificados pela existência de uma força superior.

Um livro excelente, com uma escrita que conduz o leitor para o interior da história como se dela fizesse parte e com uma história profunda, que nos faz pensar no sentido da vida.

sábado, 15 de agosto de 2009

"A Canção de Kali" - Dan Simmons

Sinopse:

"Robert Luczak, jornalista e editor, é enviado a Calcutá para recuperar um manuscrito de uma raridade incalculável. O seu autor é um obscuro poeta indiano que morreu há quase dez anos. O manuscrito, no entanto, é mais recente, e estranhos rumores dizem que o autor ressuscitou para escrever essa obra.

Aconselhado por um amigo a não aceitar a missão, Robert ignora o aviso e até leva a mulher e a filha recém-nascida. Uma decisão que o irá atormentar para o resto da vida.

Calcutá é um lugar selvagem, agressivo, imundo e infinitamente estranho. Logo que chega Robert é arrastado para as entranhas da cidade e descobre que não é o único a perseguir o valioso manuscrito. O Culto de Kali - uma temível seita que conspira para invocar a Deusa da Morte e libertá-la sobre a Terra - está disposto a tudo para o encontrar: sangue, morte e até sacrifícios humanos.

A Canção de Kali é a história de um homem disposto a ir ao próprio inferno e a arriscar muito mais do que a vida. E você... está pronto para ouvir esta canção?"

Já terminai de ler este livro há dois dias, mas a internet esteve de protesto, pelo que só hoje o consigo comentar.

É uma história diferente, onde o místico e o profano se misturam, onde fantástico e realidade se entrecruzam numa fronteira muito ténue.

Robert Luczak é jornalista e viaja até Calcutá, com a mulher e a filha, para recuperar um manuscrito de um poeta indiano, cujo desaparecimento está envolto em mistério. M. Das, o poeta, está desaparecido há dez anos: para uns está morto, mas para outros ressuscitou para escrever a sua grande obra.

Aquela que parecia uma viagem simples, transforma-se numa vivência dolorosa para Luczak, numa Índia de cultos obscuros, onde se venera Kali, a Deusa da Morte, e se invoca o seu poder através das mais macabras oferendas. O Culto de Kali é uma realidade ou apenas uma encenação?

Gostei da história, mas confesso que esperava mais deste livro. Gostei em especial das descrições de Calcutá, não fantasiadas e que nos dão a conhecer o lado da Índia tão longe do seu colorido e dos seus cheiros maravilhosos. Conhecemos uma Índia de pobreza, de bairros de lata, de sujidade; a Índia escondida dos turistas, mas tão real!

Por outro lado, a personagem de Robert Luczak não me fascinou. Houve momentos em que a considerei demasiado superficial, e confesso, a expressão "miúda" que utiliza quando se dirige à sua mulher parece-me forçada e até irritante.

A história é interessante, marcada pela tensão que se sente desde o início e por um misticismo e cultos que nos deixam a dúvida: será que existem mesmo ou foram apenas uma encenação para que o livro de M. Das fosse recuperado? Os kapalikas veneram mesmo a Deusa Kali ou são apenas um bando de assassinos? M. Das morreu? Quem é o homem, leproso, com quem Robert se encontra? Quais os reais poderes de Kali?

Só ao ler o livro se encontrarão as respostas para estas questões. Ou não...

sábado, 1 de agosto de 2009

Hoje na FNAC


Ainda hoje tinha dito que não comprava mais livros até aos meus anos (outra vez!). Afinal só faltam 30 dias, pelo que não iria ser difícil... Mas eis que vou à FNAC e eis que faço um compra, ou melhor 3 em 1. Já há muito que a trilogia "A Imperatriz da Seda" de José Frèches despertava o meu interesse. E hoje encontro a trilogia completa por apenas 10€. Como é que poderia resistir?!

Aqui ficam as capas dos três volumes:






domingo, 7 de junho de 2009

Foi há 20 anos...


A semana que passou foi bastante complicada em termos laborais, pelo que estive ausente deste espaço.

E no dia 4, quando acordei, lembrei-me que já passaram 20 anos sobre o massacre de Tiananmen, situação que na altura acompanhei através dos meios de comunicação. Tinha 15 anos...

Tiananmen significa Porta da Paz Celestial, mas naquele dia foi o cenário de uma descida ao inferno...

Deixo aqui uma entrevista que merece ser ouvida e um livro, que li em 1997 - "A Porta da Paz Celeste" de Shan Sa.














SINOPSE:

"Zhao, o soldado, e Ayamei, correm pelas ruas de Pequim. A Praça da Paz Celeste - Tiananmen - está coberta do sangue de estudantes, esses filhos modernos da China criados no meio de uma ideologia sufocante. Ayamei sai de Pequim, percorre milhares de quilómetros, foge para a montanha. Obstinado, crente no regime, Zhao persegue-a. No final da perseguição, Zhao, o autodidacta inflexível, será sensíbvel à nova dimensão existencial que Ayamei está prestes a descobrir? Onde acaba a China ancestral e começa a China moderna?"


A AUTORA:

Shan Sa nasceu em 1973, em Pequim. Filha de professores universitários, frequentou a Universidade de Pequim e viveu intensamente os acontecimentos de Tiananmen, em 1989. Um ano mais tarde, tendo obtido uma bolsa do governo francês, exilou-se em Paris onde estudou filosofia e sociologis. No Verão de 1993 mudou-se para a Suíça para secretariar o pintor Balthus; dois anos depois regressou a Pequim apenas para visitar uma exposição dos seus trabalhos. Antes de A Porta da Paz Celeste, (Prémio Goncourt 1998 - Primeiro Romance), tinha já publicado várias obras de poesia e um livro infantil.

Shan Sa é um pseudónimo que a autora utiliza para evitar qualquer tipo de complicação com as autoridades de Pequim. Shan significa montanha e Sa é o vento que agita as folhas.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

"A Dançarina do Templo" - John Speed

Sinopse:

"Há muito que a família Dasana convive com a tragédia, mas nada os preparara para a ameaça de ruína que paira sobre eles, agora que os Holandeses monopolizam o comércio de especiarias em Goa. A única esperança reside numa aliança com o grão-vizir de Bijapur, que lhes proporcionaria a segurança e a prosperidade que Goa Já não lhes pode oferecer. A jovem Lucinda Dasana parte então para Bijapur com o primo, Geraldo. Com eles viajam Maya, uma bailadeira de nache, e Slipper, um eunuco perverso, cujos destinos se cruzam para desvendar um segredo antigo...

Pautada por perigos inesperados e descobertas fantásticas, a viagem resulta num encontro entre culturas, religiões e vivências, e acabará por conduzir cada personagem ao seu destino"


As Devadasis (dançarinas do templo) são uma tradição muito antiga que praticamente desapareceu da Índia actual. Eram mulheres oferecidas aos templos e ritualmente casadas com a divindade a qual serviam. Era uma pratica comum aos templos, principalmente aos mais opulentos, mas com o declínio dos reinos hindus esta prática também declinou e as devadasi, mulheres reconhecidas e de estatuto social elevado, passaram a ser tratadas como prostitutas.

As devadasis eram no seu início, crianças entregues ao templo, treinadas em danças clássicas, sânscrito, poesia, pintura e rituais. Eram reconhecidas pela sua sofisticação e refinamento e tinham elevado estatuto na sociedade. Como eram casadas com a divindade eram mulheres “sempre auspiciosas” pois nunca ficariam viúvas. As devadasis da antiguidade e do período medieval eram brahmacharinis (virgens) que dedicavam as suas vidas o serviço do templo e de Deus. Quanto mais rico o templo maior era o numero de devadasis que ele sustentava. Com as invasões muçulmanas esta prática entrou em declínio e o papel da mulher (por influencia islâmica) foi mudando com a consequente perda de liberdade e parte do seu prestigio.

A história deste livro gira em torno de uma bailarina do templo, Maya, que partilha a sua viagem com outra mulher, a portuguesa Lucinda Dasana, herdeira de uma fortuna, cobiçada pelos familiares vivos.

Lucinda parte de Goa com o seu primo Geraldo com destino a Bijapur. Partilham a sua viagem com Da Gama, soldado português, Slipper, um eunuco , e Maya, a bailarina do templo.
Entre Goa e Bijapur todos serão confrontados com vários perigos, com os seus fantasmas e medos, com os seus sonhos e pesadelos. Todos serão levados a revelar o seu verdadeiro Eu, o seu lado obscuro, as suas vivências esquecidas.

Lucinda e Maya estabelecem uma cumplicidade muitas vezes marcada pelos silêncios entre ambas, mas que leva Lucinda a crescer e Maya a não desistir de si mesma.

Indianos, portugueses, eunucos, bailarinas de nache, cristãos, hindus, muçulmanos, bandidos, gurus, negociadores e eunucos, todos se cruzam numa viagem, que mais que uma viagem física entre duas cidades, é uma viagem carregada de significados e simbolismo para cada uma deles. É uma viagem em que cada um irá descobrir o seu lugar. Pelo caminho, assistimos a assassínios, fugas, esquemas de sobrevivêcia e vinganças.

Ao longo de toda a história sente-se a tensão entre as personagens, quer seja pelo ódio, pela vingança, pela mentira ou pelo desejo.
Um livro diferente, interessante e que nos mostra o retrato de uma Índia desconhecida.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Recordações

Hoje apeteceu-me recordar algumas coisas que marcaram a minha infância e juventude.

E vejam só o que eu encontrei! Alguém se lembra?

Jovens Heróis de Shaolin - série de televisão, da qual eu não perdia um episódio (já na altura o Oriente tinha a ver comigo!)




Kung-Fu - série de televisão da qual ainda hoje lembro ensinamentos como este.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Aung San Suu Kyi





Não consigo ficar indiferente à luta desta mulher, de ar terno, que trava uma batalha memórável pela libertação do seu povo. São pessoas assim que merecem a minha admiração.

Um pouco da sua história:

Nasceu eu Rangum a 19 de Julho de 1945, filha de Aung San, herói nacional da independência da Birmânia, assassinado quando Aung San Suu yi tinha apenas dois anos de idade. Estudou nas melhores escolas de Rangum, na Índia e foi assistente da Ecola de Estudos Orientais de Londres.

Casou, em 1972, com o britânico Michael Aris, universitério especialista em Tibete e Budismo, com quem teve 2 filhos.

Em 1988, devido a problemas de saúde que levaram à morte de sua mãe, regressou à Birmânia, regresso esse que coincide com a eclosão de uma revolta popular espontânea contra 26 anos de repressão política e regressão económia do país. Nesse mesmo ano, como consequência das medidas de repressão adoptadas pelo regime birmanês, morreram 10.000 pessoas.

Nas eleições de 1990, o partido de Aung San Suu Kyi - Liga Nacional para a Democracia - obtém uma vitória esmagadora.

Esteve em prisão domiciliária desde 1989 até 1995, altura em que teve um período de "liberdade" até 2000, ano em volta a ser confinada ao seu domicílio por mais 19 meses. Presa novamente em Maio de 2003(após uma tentativa de assissanato no seu automóvel), mantém-se até hoje, em prisão domiciliária.

Em 1990 ganhou o prémo Sakharov de Liberdade de Pensamento, e m 1991 foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz.

O regime de sanções imposto pela União Europeia e pelos Estados Unidos, há uma década, mostra-se ineficaz contra outros "gigantes" que mantém relações com a Birmânia - China, Índia e Tailândia.

Não será de mais referir que a Birmânia tem grandes fontes de energias naturais, especialmente de gáz natural!






quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Birmânia


A Rússia considera a crise como um "assunto interno".
A China recusa condenar ataques a monges budistas.

E NÓS???? Mais uma vez indiferentes? Com agendas demasiado ocupadas? Espero que não!



Fotos de www.paraviajar.net

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