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sábado, 19 de novembro de 2011

"Marina" - Carlos Ruiz Zafón

Título: Marina
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Tradutor: Maria do Carmo Abreu
Editora: Planeta
Edição: 4.ª Edição
Páginas:260

Sinope:

"«Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear poe ente as brumas da estação da Francia  e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca.

Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas sa alma. Este é o meu».

Na Barcelona de 1980, Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje."


Opinião:

Carlos Ruiz Zafón é um autor indescritível, e com este seu livro estabeleci uma relação muito afectiva.

O livro é pequeno, lê-se rapidamente, mas deixa no leitor a sua marca para todo o sempre! É impossível não ficar emocionalmente ligado às personagens, de tão fortes que são e da forma como conseguem entrar no mais íntimo de nós. Uma história de dois adolescentes, que se cruzam com uma realidade obscura, ou será, que se cruzam com os seus medos mais íntimos?

A história é bela, as personagens apaixonantes, a escrita fantástica. Enfim, é Carlos Ruiz Zafón!

Não vou contar a história, pois tem mesmo de ser lida para ser compreendida e, o mais importante, para ser sentida!

Sem dúvida, um dos melhores livros deste ano!

Prós: Tudo.

Contras: Nada.

domingo, 2 de maio de 2010

"O Jogo do Anjo" - Carlos Ruiz Zafón

Título: O Jogo do Anjo
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Tradutor: Isabel Fraga
Editora: Dom Quixote
Edição: 1.ª Edição ( Outubro de 2008)
Páginas: 568


Sinopse:

"Um escritor nunca esquece a primeira vez que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço."


Opinião:

Como já todos devem ter reparado, a literatura fantástica, vampiresca e afins, não é de todo o meu género. Se me descrevessem as histórias de Carlos Ruiz Zafón, certamente não teria muita curiosidade de as ler. Mas ainda bem que ninguém mas descreveu e o que li sobre o autor foi que escrevia sobre livros.
Ruiz Zafón escreve de forma magistral e este "O Jogo do Anjo" é mais uma prova disso. É uma história maravilhosa onde podemos encontrar o elo de ligação a "A Sombra do Vento" em cada página que se passa.
O jovem escritor de "A Cidade dos Malditos" vê-se enredado numa história fascinante mas tenebrosa, onde a realidade e a fantasia, os vivos e os mortos, a verdade e a mentira se cruzam e entrecruzam para crir uma história que desejamos que não acabe, tal é o prazer que a sua leitura proporciona.
Encontramos o Cemitério dos Livros Esquecidos, a livraria Sempere e Filhos, as ruas de Barcelona e a paixão pelos livros, que mais uma vez assumem o papel principal numa história de Homens, das suas paixões e dos seus encontros com os seus fantasmas.
Adorei!


Prós:
A magia da escrita de Zafón que nos faz viajar e evadir da realidade que nos cerca para entrarmos nas histórias que conta.


Contras
: Não tem.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"A Sombra do Vento" - Carlos Ruiz Zafón

"Numa manhã de 1945, um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso oculto no coração da cidade velha: o Cemitério do Livros Esquecidos. Aí, Daniel Sempere encontra um livro maldito, que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura da cidade."

Há livros assim, que nos fazem perder a noção do tempo e do espaço, esquecer a realidade e estabelecer uma cumplicidade com as personagens em que real e ficção se fundem numa harmoniosa história brilhantemente narrada. Assim é "A Sombra do Vento".

"A Sombra do Vento" é uma história sobre uma história, sobre um livro e o seu autor, vidas que se cruzam, sonhos que se ousam viver, segredos que se escondem e se revelam.

Não vou aqui falar da história, pois descrevê-la é retirar-lhe a magia. Até porque esta é uma das histórias em que cada leitor, para além de a ler, a sente de uma maneira muito própria, muito projectiva. Pelo menos foi assim que eu senti.

Um livro brilhante, muito bem escrito, que para além da história que nos fascina nos embala nas palavras e faz viajar. Momentos houve em que me senti a viver as emoções narradas, a percorrer as ruas de Barcelona, a sentir o medo de Nuria, o desespero de Penélope, o amor de Daniel. Adorei percorrer os recantos do Cemitério dos Livros Esquecidos, que mais que um cemitério e muito mais que de livros esquecidos, é um mundo vivo de livros que se eternizam pelas emoções que despertam.

Um livro que, sem dúvida, ganhou espaço entre os "Livros da minha Vida".


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