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sábado, 3 de março de 2012

"O Assassino Inglês" - Daniel Silva

Título: O Assassino Inglês

Autor: Daniel Silva

Tradutor: Vasco Teles de Menezes

Editora: Bertrand Editora - 11/17

Edição: Julho 2010

Páginas: 438



Sinopse:

"Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si no meio do sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio. Allon vê-se inesperadamente  abraços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns dasua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele vai ter de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar."


Opinião:

Mais uma leitura de Daniel Silva que me deixou satisfeita. A forma como o autor escreve faz com que o leitor se sinta tão próximo das personagens, que após alguns livros, Gabriel Allon é já um conhecido com o qual gosto de me reencontrar. É esta a sensação com que fico ao ler mais esta aventura do restaurador de arte.

Daniel Silva tem uma escrita"cinematográfica", o que faz com que a leitura dos seus livros seja uma viagem quase sensorial pela história - conseguimos, à medida que lemos, visualizar os locais, as personagens, as suas expressões. Conseguimos sentir as suas emoções.

De Londres a Zurique, passando pela Córsega, por Portugal e por Veneza, a acção desenrola-se a um ritmo intenso, que torna difícil para a leitura.

Gostei bastante.






domingo, 27 de fevereiro de 2011

"As Regras de Moscovo" - Daniel Silva

Título: As Regras de Moscovo
Autor: Daniel Silva
Tradutor: Vasco Teles de Menezes
Editora: Círculo de Leitores
Edição: Janeiro 2010
Páginas: 441

Sinopse:

"A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, no que diz respeito à arte da espionagem, até ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, no interior desse império existe um negócio lucrativo de armas, e Kharkov está prestes a entregar as mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda."


Opinião.

Daniel Silva tem o dom de escrever de forma a agarrar o leitor desde a primeira página. "As Regras de Moscovo" é uma história de espionagem que foca factos da actualidade e se baseia nos medos contemporâneos da humanidade, medos esses que despertaram na nossa consciência após o 11 de Setembro.

As personagens já fazem parte do nosso círculo de "amigos literários" e foi bom reencontrá-los ao fim de algum tempo (o último livro de Daniel Silva que li já foi há mais de um ano).

Gostei da história, apesar de não ser nada de "espectacular", e faz um bom retrato da Rússia actual, um país que vive em busca de uma identidade, depois de ter perdido a identidade "grandiosa" com que sempre viveu.

Um bom livro.

Prós: O retrato histórico da Rússia. A escrita que prende o leitor.

Contras: Esperava mais desenvolvimento sobre o tráfico de armas e as ligações do KGB à al-Qaeda.

sábado, 5 de setembro de 2009

"A Mensageira" - Daniel Silva

Sinopse:

" Gabriel Allon, restaurador de arte e espião, está prestes a enfrentar o maior desafio da sua vida. Um alegado simpatizante da Al-Qaeda é morto em Londres, e no seu computador são encontradas fotografias que levam os serviços secretos israelitas a desconfiar de que a organização terrorista prepara um dos mais arrojados atentados de sempre, no coração do Vaticano.

Allon avisa o seu velho amigo monsenhor Luigi Donati, secretário pessoal do Papa, e parte para Roma, a fim de ajudar na segurança. O que nem ele nem Donati sabem é que o inimigo já se infiltrou no Vaticano. Nas semanas que se seguem, Allon irá travar um mortífero duelo de astúcia contra um dos homens mais perigosos do mundo, que o levará de uma galeria londrina a uma ilha paradisíaca nas Caraíbas, a um isolado vale na Suíça e, por fim, de regresso ao Vaticano. A Allon resta montar uma armadilha e esperar não ser ele a cair nela."

Este é o terceiro livro que leio do autor e mais uma vez fiquei incomodada com o que li.

A história, apesar de simples, prende o leitor desde o início, e envolve-o numa tensão e dramatismo constante. É acima de tudo, uma história de vingança, onde o bem e o mal se cruzam em nome de deuses e "guerras santas".

Após o 11 de Setembro e a morte do namorado num dos aviões envolvidos no ataque terrorista, Sarah ofereceu-se como agente secreta à CIA. No entanto, foi rejeitada. Mas agora, sem o esperar, vê-se envolvida na teia de Gabriel Allon e na sua luta contra o homem que está por detrás do atentado ao Vaticano.

Não vou falar da história em si, pois era contá-la, e é uma boa história que deve ser lida. No entanto, e como já referi, os livros de Daniel Silva incomodam-me pela realidade que retratam, pela intriga política que reveste as relações entre o mundo ocidental e os grupos terroristas islâmicos, pelos inocentes que morrem num jogo económico entre potências que usam o fundamentalismo religioso como arma com o único propósito de servirem os seus egos.

Um bom livro que ajuda a perceber os papéis americanos na luta contra o terrorismo enquanto se alimenta da (e alimenta a) sua existência


sexta-feira, 4 de julho de 2008

"Príncipe de Fogo" - Daniel Silva

Há 13 anos, Gabriel viu a sua vida destruída. Cumprindo ordens de Arafat, um homem colocou uma bomba no carro onde iam viajar a sua mulher e o seu filho... o filho morreu, a mulher deixou de existir, apesar de se manter viva.

Gabriel, restaurador de arte, tem agora pela frente mais uma missão em prol do Gabinete. Após um atentado em Roma, Israel acredita que mais se seguirão, pela Europa, e cabe a Gabriel descobrir onde será o próximo a fim de o evitar.

Mas essa procura vai-se tornar pessoal. O homem que planeia os atentados é o mesmo que destruiu a família de Gabriel. Khaled é o seu verdadeiro nome... mas sob que disfarce actuará ele na Europa?

Numa verdadeira caça ao homem, viajamos por Roma, Londres, Veneza, Telavive, Jerusalém, Cairo, Marselha, Surrey, Martigues, Troyes, Paris, Fiumicino, Tel Meggido, Tiberíades e terminamos em Aix-au-Provence.
Um livro que nos dá a conhecer a história de um conflito real e tão actual como é o conflito entre Israel e Palestina, enquanto relata a procura de Khaled, o homem a quem Arafat chama filho.



Só é pena que as revisões dos textos finais sejam tão descuidadas (isto partindo do princípio que existem!). É que não há nada mais desagradável do que ler um livro onde se encontram erros gramaticais (artigos no masculino e adjectivos ou nomes no feminino, ou vice-versa), erros de português (cacimbo em vez de cachimbo) ou, até mesmo um nome que se altera (alguém que se chama Navor numa linha, chama-se Navot três linhas abaixo)



É lamentável esta falta de rigor!

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