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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"O Homem de Sampetersburgo" - Ken Follett



Tìtulo: O Homem de Sampetersburgo
Autor: Ken Follett
Tradutor: Maria Adelaide Namorado Freire
Editora: Círculo de Leitores
Edição: 2009
Páginas: 351


Sinopse:

"O seu nome era Feliks e foi para Londres com o intuito de cometer um crime que haveria de mudar o curso da História. Eram muitas as armas que este mestre da manipulação tinha nas suas mãos, mas as mais perigosas eram o amor de uma mulher inocente e a paixão insaciável de outra. Contra si ergueram-se as forças policiais britânicas, um lorde abastado e influente e o jovem Winston Churchil. Qualquer homem
teria sido detido, mas não o homem de Sampetersburgo..."


Opinião:

Brilhante. Fantástico. Esplêndido. Maravilhoso. Uma obra-prima!
Adorei este livro que me fez lembrar os clássicos russos, quer pela história quer pelo brilhantismo da escrita. Durante a leitura não me saiu da memória Anna Karenine de Tolstoi, romance ao qual este se assemelha, sendo no entanto bem diferente.
Lydia, uma jovem aristocrata russa apaixona-se por Feliks, um jovem anarquista, mas a sua paixão é descoberta e o pai da rapariga enreda uma forma de os afastar de forma definitiva e drástica. Manda prender Feliks e torturá-lo enquanto que a Lydia lhe dá a oportunidade de se casar com um lorde inglês e ir viver para Inglaterra a troco da libertação do seu amado. Lydia aceita e assim se vê casada com um homem que não ama nem conhece. Ao longo de 17 anos de casamento aprende a amar o marido, a respeitá-lo e a reprimir os seus desejos e memórias. Mas a sua filha Charlotte, prestes a fazer 18 anos desafia as suas memórias há muito recalcadas.
O Mundo, e em especial a Europa, atravessam um período difícil e o príncipe Orlov desloca-se da Rússia para Inglaterra a fim de negociar um acordo político entre as duas nações. Orlov, primo de Lydia, traz consigo um destino que desconhece: um assassino viaja também da Rússia para Inglaterra, com a missão de matar Orlov.
Quem é este assassino que persegue Orlov, mas que se vê ele próprio perseguido por um passado que julgava esquecido? Poderá um homem frio, calculista, preparado para matar sem remorsos ser atormentado por fantasmas de um amor há muito perdido?
Uma leitura fantástica, ao nível dos grandes clássicos. Recomendo a sua leitura sem qualquer reserva.


Prós:
A escrita brilhante. A história maravilhosa. As descrições da vida no início do século. A forma como dá a conhecer a história das sufragistas e da sua luta. O contexto histórico em que se desenvolve a narrativa. Enfim, tudo!


Contras:
Como contra apenas se podem referir alguns erros ortográficos, que são erro da edição e não da obra.

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