Nas livrarias a 27 de Novembro.
Lançamento a 25 de Novembro, na Fnac Vasco da Gama,
O livro que o Homem do Leme vai escrevendo...
Nas livrarias a 27 de Novembro.
Lançamento a 25 de Novembro, na Fnac Vasco da Gama,
21 de Novembro de 2009 Com o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, vamos de Montalegre a Padornelos, seguido de passeio em busca de vestígios pré-históricos, lanche e quiz. Programa: 10:00 Ponto de encontro junto ao Castelo de Montalegre (veja o mapa). De autocarro até Padornelos. Visita ao Forno Comunitário e à Casa do Capitão. Inscrição: €49,00. Para se inscrever, envie uma mensagem paraexperiencia@lerporai.com. Recomendamos que consulte as condições da sua inscrição. Documente-se para esta actividade. (Re)veja a página deste livro, aqui. Desconto para participantes na aquisição do livro: 10%.
12:00 Almoço de vitela barrosã no Restaurante Casa de Padornelos.
14:30 De autocarro, passeio pela Serra do Larouco e pela Ponte da Misarela.
17:00 Regresso a Montalegre. Visita ao Ecomuseu do Barroso.
18:00 Lanche no Quality Inn (antiga cadeia de Montalegre). Quiz.
Desconto de 10% para grupos com cinco ou mais participantes.
Desconto de 5% para inscrições pagas até 7 dias antes da data do evento.


Regras:
Completar as seguintes frases:
Eu já... fui punk
Eu nunca... pintaria o meu cabelo de louro (não tenho nada contra os louros, mas em mim...)
Eu sei... andar de bicicleta
Eu quero... trabalhar com livros
Eu sonho... em ter uma livraria

Regras:
1 – Publicar o selinho no seu blogue, dizendo quem o indicou:
Já está no início do post.
2 – Responder a pergunta: Quem é que você acha que merece um grande abraço? Porquê?
Neste momento, o meu abraço vai para o povo tibetano. Por todo o sofrimento de um povo pela sua independência e liberdade (retiradas pela força e opressão), sofrimento esse ignorado por tantos!
Há novidades em:
«Por vezes, como sabe qualquer cronista que tenha de escrever todas as semanas, os assuntos são demasiados datados, as opiniões nada originais, e quando por acaso nos damos ao trabalho de as reler fica evidente a dura verdade de que muitas crónicas são sempre escritas de forma apressada e pouco cuidadosa, e pouco tempo depois morrem. Nesses casos, o melhor mesmo é esquecer que se escreveu uma irrelevância.