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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

"O Anjo Branco" - José Rodrigues dos Santos

Titulo: "O Anjo Branco"
Autor: José Rodrigues dos Santos
Editora: Gradiva
Edição: 1.ª edição - Outubro 2010
Páginas: 678

Sinopse:

"A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia  perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo.

O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco tranforma-se numa lenda no mato.


Chamam-lhe o Anjo Branco.

Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África."

Opinião:

Adorei!!! Um livro forte, sem rodeios e sem tomar partidos. A história de José Branco, um homem que viveu de acordo com os seus princípios de igualdade, respeito e liberdade.

Não vou falar sobre a história pois há histórias que têm de ser vividas para se compreenderem e ler este livro é isso mesmo - é viver uma história, ou histórias, que foram as histórias de muitos portugueses. Um livro sobre a Guerra Colonial, sem máscaras, sem medos e sem "politicamente correctos".

Prós: a realidade com que a história é escrita, de forma imparcial, sem tomar partido por nenhuma das partes. A escrita a que José Rodrigues dos Santos já nos habituou, e que cativa desde o primeiro parágrafo.

Contras: Não tem.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

"Fúria Divina" - José Rodrigues dos Santos

Título: Fúria Divina
Autor: José Rodrigues dos Santos
Editora: Gradiva
Edição: 1.ª Edição - Outubro 2009
Páginas: 583

Sinopse:
"Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o hostoriador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado em Veneza com uma estranha cifra.

Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo profesor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o novo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo.

E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica?

Baseando-se em informações verídicas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra surpreendente como o mestre dos grandes temas contemporâneos. Mais do que um empolgante romance, Fúria Divina é um impressionante guia que nos orienta pelo labirinto do mundo e nos revela os tempos em que vivemos."

Opinião:

Comecei a ler este livro esperando algo do género de A Fórmula de Deus, com muita acção. Não foi o que encontrei. Neste livro de José Rodrigues dos Santos, a acção fica secundarizada pela lição de história islâmica.

Gostei bastante do livro. Penso que a intenção do autor era dar a conhecer o pensamento radical islâmico, o que conseguiu de forma muito clara.

A história de Ahmed é a história de outros tantos Ahmeds, criados para servir um pensamento radical, fundamentalista, assente emprincípios de obediência e servidão religiosos.

Ao longo da narrativa, somos levados a olhar para o islão com os olhos dos islâmicos, de uma forma tão clara que nos arrepiamos em muitas das passagens descritas.

Confesso que é assustador aquilo que o livro nos dá a onhecer, apesar de já não ser algo desconhecido. No entanto, quando fechamos a última página ficamos a pensar: como é que é possível?

Tal como já escrevi, nesta obra a acção é secundarizada, mas a mim agradou-me bastante; fala de um tema sobre o qual tenho imensa curiosidade (até já li uma grande parte do Alcorão, há alguns anos) ao mesmo tempo que me assusta o que se pode fazer em nome da religião.

Terminei livro com uma sensação de insegurança, apreensão e com uma certeza: o Homem é a grande ameaça da Humanidade.

Prós:
A escrita simples e absorvente a que José Rodrigues dos Santos já nos habituou. A lição sobre o Islão. A forma como o autor nos consegue fazer ver o fundamentalismo islâmico através do "olhar" dos próprios fundamentalistas.

Contras:
Algumas das explicações do Alcorão e da história islâmica são longas, o que pode desmotivar um pouco quem esteja à procura de uma leitura plena de acção.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS NOMEADO PARA O PRÉMIO IMPAC 2010

JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS NOMEADO PARA O PRÉMIO IMPAC 2010
O MAIS INTERNACIONAL E AVULTADO PRÉMIO LITERÁRIO



José Rodrigues dos Santos, com o seu romance O Codex 632, foi nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award, um prémio escolhido através da votação de 163 bibliotecas de cidades de 43 países de todo o mundo. Com esta nomeação para um dos mais significativos prémios literários de âmbito internacional, José Rodrigues dos Santos obtém uma muito prestigiante distinção mundial. O galardão será entregue em Junho, durante uma gala literária em Dublin. O vencedor receberá 100 mil euros.

Para além de José Rodrigues dos Santos, foram nomeados para a edição deste ano do IMPAC Dublin Literary Award dois outros autores portugueses, José Saramago e José Eduardo Agualusa, e ainda Philip Roth, Paul Auster, Peter Carey e Salman Rushdie.

O Codex 632, um romance sobre os Descobrimentos Portugueses e a identidade secreta de Cristóvão Colombo, foi lançado em 2005 pela Gradiva, marcando a estreia da personagem Tomás Noronha, que regressaria depois emA Fórmula de Deus, O Sétimo Selo e no mais recente romance do autor, Fúria Divina.

O Codex 632 vendeu 186 mil exemplares em Portugal e tem os direitos adquiridos por editoras de 10 países – Brasil, Itália, Espanha, Estados Unidos, Polónia, Roménia, Bulgária, Estónia, Hungria e Rússia.



José Rodrigues dos Santos acabou de lançar em Portugal, no passado dia 24 de Outubro, o romance Fúria Divina, cuja quarta edição (80.000 exemplares) já se encontra em preparação estando disponível para venda ainda durante esta semana.

O IMPAC Dublin Literary Award é o mais avultado e internacional prémio literário do género e é uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Dublin e da empresa IMPAC. Tem por objectivo promover a literatura de qualidade e fomentar a tradução de livros, elegendo anualmente um trabalho de reconhecido mérito literário, com a colaboração de bibliotecas de todo o mundo. O Prémio Impac é administrado pelas Bibliotecas Públicas de Dublin.

(notícia via gradivanewsletter)

domingo, 10 de maio de 2009

"A Ilha das Trevas" - José Rodrigues dos Santos

Sinopse:
"Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país.
Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?
A vida e a tragédia de uma família timorense servem de ponto de partida para aquele que é o romance de estreia de José Rodrigues dos Santos, percursor de grandes êxitos como A Filha do Capitão, O Codex 632 e A Fórmula de Deus.
Um romance pungente onde a ficção se mistura com o real para expor, num ritmo dramático, poderoso e intenso, a trágica verdade que só a criação literária, quando aliada à narrativa histórica, consegue revelar."
Quando comecei a ler este livro esperava algo muito diferente do que encontrei. Esperava uma história, baseada nos acontecimentos vividos em Timor-Leste, mas uma história. O que encontrei foi um relato histórico de um povo que resistiu a um genocídio perpetrado durante anos sob a indiferença da comunidade internacional.
Adorei este livro! É sem dúvida um livro brilhante, que apesar de apelidado de romance, relata de forma muito fiel acontecimentos reais.
Conheço relativamente bem a história de Timor-Leste, pois paralelamente à causa tibetana, foi uma causa em que me envolvi. Participei em manifestações, organizei exposições, convivi de muito perto com o povo timorense, conheci algumas das suas tradições e pude sentir a força, a resistência e a verdade desse povo.
Conheci sobreviventes do massacre de Santa Cruz, membros da Falintil, guerrilheiros, mulheres e crianças. Falei com Taur Matan Ruak, saudei Xanana Gusmão e festejei o resultado do referendo que deu a independência tão merecida a Timor Lorosae.
Por tudo isto, reconheço na narrativa de José Rodrigues dos Santos os timorenses reais e as suas vidas, reconheço tantos massacres relatados, relembrei tantas histórias reais narradas pelos próprios... Momentos houve em que ao ler algumas passagens ouvi as vozes de alguns timorenses com quem convivi, me arrepiei e os olhos ficaram turvos...
Não vou aqui falar da história dos livro, pois é a história de um povo, que deve ser lida. Recomendo vivamente este livro, para que não se esqueça nunca a história; para que a mesma não se volte a repetir.
Um abraço a todos os timorenses! Resistir é vencer!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Entrevista a José Rodrigues dos Santos no JN


"Literatura portuguesa hostilizava os leitores"

Mesmo sem ter sido o maior 'best seller' de José Rodrigues dos Santos, "A vida num sopro" foi um dos livros portugueses mais vendidos em 2008. Para o escritor-jornalista - que se apresta para lançar novo romance em Outubro - a explicação para o êxito é simples: o público português sentia falta de "boas histórias".


Segundo dados da Bertrand e da Fnac, voltou a ser um dos autores portugueses com mais livros vendidos no ano passado. Para si, esse é o maior dos prémios?


Não escrevo para mim nem para os meus amigos; escrevo para as pessoas. O facto de os meus livros estarem a ter esta aceitação generalizada em Portugal e terem tradução para 15 línguas mostra que a minha obra está a agradar aos leitores.


Sente que o seu êxito não tem sido bem assimilado pelo meio literário, que o vê ainda como um "intruso"?


Admito que sim e agrada-me ser um "outsider". Em geral, os "establishments" não gostam do que vai contra as suas ideias feitas e a ordem estabelecida, mas a verdade é que alguém tinha de o fazer para atrair os leitores de volta às letras portuguesas. A situação anterior, em que as pessoas preferiam ler autores estrangeiros, é que não me parecia aceitável; e se ela acontecia, a culpa não era decerto dos leitores, mas dos autores portugueses que não os conseguiam seduzir.

Como viu os comentários depreciativos de António Lobo Antunes sobre o seu mais recente romance?


Soltei uma gargalhada. Mas depois fiquei surpreendido porque li que, sendo questionado sobre o assunto, terá admitido que não leu o livro. Como podemos não gostar de um romance que não lemos? Só por preconceito.


Tem amizades no meio literário?


Poucas. Não frequento os círculos literários. Não por preconceito ou sobranceria, mas porque tenho sempre muito para fazer.


Sente que tem responsabilidade no peso crescente dos autores portugueses nos tops de vendas?


As letras portuguesas viviam muito fechadas em si mesmas, os autores faziam gala em dizer que não queriam saber do público para nada e escreviam de uma forma muito difícil. Até parecia que havia intenção em hostilizar os leitores. Isso é evidente que afastou o público. Para o reconquistar foi preciso apostar em histórias interessantes e contadas de uma forma fluida e ritmada.


Admite escrever um romance com uma estrutura não convencional, próxima da concepção da crítica?


Não vejo qualquer interesse em fazê-lo. O difícil, insisto, é escrever claro. Esse é o desafio que me imponho quando me embrenho na criação dos meus livros.


A separação entre literatura popular e literatura de qualidade é uma invenção dos académicos?


Quem decide o que é qualidade? Quem são as pessoas que fazem parte do comité que toma essas decisões? Existe esse comité? Quem o elegeu? O conceito de qualidade é subjectivo e está a ser usado para defender preconceitos e até interesses estabelecidos. Se uma pessoa gosta de um livro e outra pessoa não, como posso saber que uma tem razão e a outra não? Ninguém pode determinar que um é melhor do que o outro. São apenas diferentes. É por isso que eu dou um conselho aos leitores: não leiam uma coisa só porque alguém diz que é de grande qualidade. A leitura não deve ser sacrifício; tem de ser um prazer.


Ter muitos livros vendidos não significa que se seja muito lido?


É verdade, mas as pessoas têm vergonha de o assumir porque receiam serem gozadas provavelmente por outras pessoas que também não os leram. Esses livros são comprados para serem colocados na estante como um objecto de prestígio, não necessariamente como objecto de leitura.

(Entrevista de Sérgio Almeida, publicada aqui)

sábado, 17 de janeiro de 2009

"A Vida num Sopro" - José Rodrigues dos Santos

" Portugal, anos 30.
Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.
Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.
Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.
Com A Vida Num Sopro, José Rodrigues dos Santos confirma a sua mestria e o lugar que já ocupa nas letras portuguesas."

Li este livro num sopro. Porque nos prende desde a primeira página e quando chegamos ao fim temos pena que tenha acabado.Comigo foi o que aconteceu.

"A Vida Num Sopro" é a história de Luís e Amélia, que se conhecem ainda adolescentes, num liceu em Bragança. A amizade de ambos rapidamente dá lugar a uma paixão de adolescentes, vivida no caminho entre a esquina da rua da casa de Amélia, onde Luís a espera todos os dias, e a porta do liceu, onde rapazes e raparigas têm aulas separadas.

No entanto, o entusiasmo do namoro dos jovens não é partilhado pela mãe da rapariga, que tem outros planos para a filha. Planos esses, que ignorando a vontade e a felicidade de Amélia visam um casamento conceituado socialmente, onde a filha desempenhará o seu papel de esposa dedicada. E é assim que Luís se vê separado da sua amada, de forma inesperada e abrupta.

Mas, se a separação foi conseguida, os sentimentos de Luís não foram apagados, e mesmo em Lisboa, enquanto estudante de Medicina Veterinária, é Amélia quem ele procura nas relações fugazes que vai mantendo.

Discreto, mas de ideias próprias formadas, Luís não concorda com o caminho que o país está a tomar e emite as suas opiniões, o que lhe vai trazer alguns dissabores futuros e encontros com a PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), sendo este organismo o responsável pelo fim inesperado desta hstória.

Apesar de casado com Joana, irmã de Amélia e responsável pelo reencontro dos dois, é Amélia a mulher que ele sempre amará. Amélia, casada com um superior hierárquico de Luís, nunca esqueceu a paixão de juventude. O encontro entre ambos e o sentimento que os une vai levá-los a uma vida clandestina, que apesar de curta será marcada pela tragédia: um assassinato, a que ambos assistem e que terão de ocultar, a bem dos bons costumes.

Uma bela história, a fazer lembrar os romances de outras épocas!

domingo, 21 de dezembro de 2008

José Rodrigues dos Santos em russo


O maior grupo editorial da Rússia, o AST Group, adquiriu dois romances do autor da Gradiva, José Rodrigues dos Santos: O Codex 632 e A Fórmula de Deus. O AST Group representa 21% do mercado editorial da Rússia e deverá publicar os dois livros na chancela da sua editora Premiere Publishing.

O grupo sedeado em Moscovo garantiu os direitos exclusivos dos dois romances para a língua russa, o que significa que as duas obras do escritor português serão também publicadas na Ucrânia e na Bielorússia, abrindo-se assim a um mercado que totaliza cerca de 200 milhões de consumidores, o maior mercado de uma língua na Europa.

O russo torna-se assim a 15ª língua na qual a obra de José Rodrigues dos Santos é publicada.

Também a Holanda adquiriu mais um romance de José Rodrigues dos Santos, desta vez O Sétimo Selo. A aquisição foi feita por uma das mais prestigiadas e antigas editoras de Amesterdão, a Querido, fundada por um judeu português. A Querido já havia editado este ano A Fórmula de Deus, a que deu o título de De godsformule, livro que já esgotou várias edições e atraiu elogios da crítica holandesa. O êxito da obra levou a editora holandesa a adquirir os direitos de mais um romance de José Rodrigues dos Santos.


O ACOLHIMENTO DA IMPRENSA HOLANDESA AO ROMANCE A FÓRMULA DE DEUS:

"Chapeau voor een diepgravende en toch spannende thriller. Als er een God bestaat, wordt dit een hit."

(“Parabéns por um livro de suspense com profundidade. Se realmente existir um Deus, ele fará deste livro um sucesso.”)

Misdaadromans

“Beter dan De Da Vinci Code.”

(“Melhor do que O Código Da Vinci.”)

Tros Nieuwshow

“Houd De godsformule goed in de gaten. Deze excellent geschreven thriller is hard op weg alle bestsellers te verslaan”

(“Sigam com atenção A Fórmula de Deus. Este livro de suspense superiormente escrito vai bater todos os outros bestsellers.”)

Crimezone

"De godsformule is Douglas Hofstadter (Gödel, Escher, Bach), Dan Brown ( Da Vinci Code) en Deepak Chopra (Quantumenergie) in één biek. Petje af voor de auteur"

(“A Fórmula de Deus resume Douglas Hofstadter (Gödel, Escher, Bach), Dan Brown (O Código Da Vinci) e Deepak Chopra (Energia Quantum). Parabéns ao autor.”)

Gooi-en Eemlander

“Rodrigues dos Santos geeft zijn spionageverhaal een diepgang die Dan Brown mist (...) Het slot is ronduit prachtig”

(“Rodrigues dos Santos dá à sua história de espionagem uma profundidade que faltou ao Dan Brown. O final é simplesmente fantástico.”

Trouw
(Em Gradivanewsletter)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

José Rodrigues dos Santos em húngaro


HUNGRIA COMPRA TODA A OBRA DE JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS


A editora húngara Kossuth adquiriu esta semana os direitos de todos os romances de

José Rodrigues dos Santos
apresentados na última Feira de Frankfurt.
A Kossuth comprou cinco livros do autor da Gradiva: A Ilha das Trevas, A Filha do Capitão, Codex 632, A Fórmula de Deus e O Sétimo Selo. De fora ficou apenas o último romance, A vida num sopro, que ainda não tinha sido publicado na altura da Feira de Frankfurt.


O húngaro torna-se assim a 14ª língua em que a obra de José Rodrigues dos Santos é publicada.


A Kossuth recebeu este ano o prémio de Melhor Editora Húngara de 2008, galardão atribuído pelos seus pares.


(Notícia em gradivanewsletter)

terça-feira, 10 de junho de 2008

"A Filha do Capitão" - José Rodrigues dos Santos


Um leitor do "Conta-me Histórias", o Ricardo, sugeriu este livro, referindo:

"A Filha do Capitão, de José Rodrigues dos Santos: Para mim, dos melhores romances que já li. Conta a historia de 2 personagens, um portugues e uma francesa, cujos destinos acabam por se cruzar em tempo de guerra - 1ª Grande Guerra. Num linguagem acessivel (apesar do susto inicial ou ver a grossura do livro) acaba por ser uma leitura bem agradavel. O livro acaba por ficar bem recheado com outros factos historicos da epoca. Um dos melhores romances historicos da literatura portuguesa, que se encontra na lista do 10 melhores livros da Fnac."

Também já o li e gostei bastante. Bem escrito, com uma história interessante é um romance que nos faz lembrar os clássicos Os Maias ou Ana Karenina.

A Filha do Capitão narra a história de duas personagens que se cruzam num cenário imprevisível. Afonso Brandão é o sexto filho de Rafael e Mariana, uma típica família ribatejana, nascido em 1890. Um ano depois, em França, nascia Agnés Chevallier, no seio de uma família aristocrata.

Afonso faz os seus estudos num seminário, em Braga, afastado da família, até ingressar na vida militar, que o levará a combater nas trincheiras francesas, durante a Primeira Guerra Mundial, enquanto Capitão Afonso. E é em terras francesas, durante a guerra, que conhece uma deslumbrante baronesa. Desse encontro nasce uma atracção irresistível, um amor proibido entre o oficial português e a deslumbrante francesa.

Será capaz de um amor sobreviver à guerra? Como lidar com o desespero, com a solidão, com a ausência de quem se ama, ou das suas palavras?

Uma história de amor, mas também um relato histórico da época, onde vida e morte, sagrado e profano, arte e ciência, acaso e destino se cruzam a cada página.

sexta-feira, 14 de março de 2008

"O Sétimo Selo" - José Rodrigues dos Santos

Ao longo deste livro, José Rodrigues dos Santos, baseia-se em informação científica actualizada, para nos dar a conhecer questões táo delicadas como a ameaça do fim do petróleo e as alterações climáticas profundas.


Tomás de Noronha, o criptanalista já nosso conhecido, tem em mãos um caso que envolve a vida de um amigo seu, que já não via desde o liceu. Tudo começa quando dois cientistas são encontrados mortos, com a indicação do número "666" deixada ao lado dos corpos.


Mais que um romance, é um livro de divulgação científica, que nos dá a conhecer uma realidade verdadeiramente oculta. Será que o petróleo, estando em ascendência no que respeita ao consumo, está a decrescer em produção? Quais os impactos da subida de temperatura no planeta? Estaremos preparados para sobreviver com energias alternativas?
Estas e muitas outras questões são colocadas ao longo do livro.


A história é interessante, apesar de , em alguns momentos ficar com a sensação que a informação se repete.


Gostei, acima de tudo pelo facto de nos fazer pensar no que andamos a fazer ao nosso planeta.
É um livro de "consciência ambiental".


Aquilo que revela é bastante perturbador e inquietante.


Uma alternativa de transmissão de informação científica, com uma linguagem acessível e num contexto que cativa o leitor.
A mim, fez-me pensar...

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