"Em Lisboa, pela calada da noite, um carro com sangue é encontrado abandonado junto a um café. À mesma hora, no Hospital de Santa Maria entra um cadáver. As marcas do crime não deixam dúvidas. Quem matou o capitão Matias? A personalidade do defunto lançava a suspeita sobre muita gente: um marido enganado; uma mulher humilhada; uma loura vistosa; ligações a uma organização criminosa...
Uma brigada dos Homicídios embarca na aventura de tentar obter resposta.
Um livro que é um retrato fiel do quotidiano dos investigadores, das tensões vividas entre si, das paixões geradas, das frustrações e das suas dúvidas.
Mas que nos dá também a conhecer os métodos seguidos, as estratégias adoptadas, os meios utilizados, os desafios a vencer.
E, por fim, a resposta?"
Este foi o primeiro livro de Carlos Ademar que li, e foi o que me fez comprar as outras três obras do autor. É, talvez, de todos o mais simples, quer na história, quer na escrita. A história relata a investigação do caso da morte do capitão Matias, um homem simples e discreto, mas que à medida que a investigação avança se vai revelando não tão discreto e simples como nos parecia.
Um livro que retrata de forma muito fiável o quotidiano das brigadas de Homicídios da Polícia Judiciária, as suas lutas, vitórias, enganos e desenganos.
Um policial passado em Lisboa e escrito por quem tão bem conhece esta cidade e os seus segredos.



