quarta-feira, 8 de abril de 2009
Dois novos livros
Clássicos da Verbo
domingo, 5 de abril de 2009
É já amanhã...
Deixo aqui algumas músicas deste novo álbum:
SEM EIRA NEM BEIRA (uma letra que continua a mostrar a irreverência e crítica social)
PERFEITO VAZIO (às vezes eu fico imóvel, pairando no vazio, às vezes aqui faz frio...)ADORO!!!
sábado, 4 de abril de 2009
ASA lança "Colecção VINTAGE"
Saiba tudo sobre esta colecção em http://asavintage.blogs.sapo.pt/
sábado, 28 de março de 2009
Mais uma baixa na Lista de Livros a Comprar

E qual não é a minha suspresa, quando ao lado deste livro, estava um outro, que procuro há anos, sem encontrar (parece que esta semana foi proveitosa em encontrar livros "desaparecidos")! Claro está: comprei-o. Ei-lo (ihihihihih):

E depois, encontrei também este, sobre o qual tenho uma enorme curiosidade, e como estava a um bom preço, cá está ele a completar o trio de hoje:

sexta-feira, 27 de março de 2009
Novas aquisições de hoje
Subi a Rua 31 de Janeiro, onde fui vendo as montras das duas livrarias que aí existem. Já em Santa Catarina, visitei a Livraria Latina, depois fui à FNAC e ainda espreitei a Bertrand do Via Catarina. De seguida parei para ouvir um duo da América Latina que habitualmente toca nesta rua. Brilhante!!! São só dois mas com um equipamento fantástico, quer ao nível musical quer no que respeita à imagem (tirei uma foto com o telemóvel, mas não sei porquê não a estou a conseguir passar para o PC). Adoro parar e ficar a ouvir a sua música, em especial o som dos tambores e flautas artesanais que usam. Não resisti e desta vez comprei mesmo o CD.
A capa do CD

"A Sétima Sombra" - Edições ASA (2002)


quinta-feira, 26 de março de 2009
"A Embaixadora" - Dick Haskins
Sinopse:Comecei a ler este livro ontem e acabei hoje. Palavras para quê? É mais um brilhante livro de Dick Haskins, apesar de o detective homónimo não ser personagem desta história.
Vanda, amiga de Elsa e Henrique e madrinha dos seus dois filhos, prepara-se para passar um fim de semana prolongao numa pousada, longe da cidade. Mas, no início da viagem, é surpreendida por um homem, engessado e que aparenta ter sido vítima de múltiplas fracturas, que lhe pede boleia. Sensibilizada pelo estado físico do homem e pela sua educação, Vanda aceita levá-lo a casa.
Dias antes, Vanda, sem ter conhecimento, era observada por uma mulher, no restaurante onde habitualmente almoça. A sua figura e em especial o seu rosto, despertaram a atenção de Juanita, secretária da Embaixadora de Purto Nuevo em Portugal.
Juanita descobre em Vanda a sósia perfeita da Embaixadora, dadas as semelhanças impressionantes e quase inacreditáveis entre ambas. Vanda era a peça que faltava para que o seu plano para derrotar o governo democrático de Puerto Nuevo fosse posto em prática.
Uma história brilhantemente desenvolvida, onde espionagem, intriga política e dedução à Dick Haskins se enlaçam num enredo que mantém o leitor preso da primeira à última página.
Entrevista a José Rodrigues dos Santos no JN

Mesmo sem ter sido o maior 'best seller' de José Rodrigues dos Santos, "A vida num sopro" foi um dos livros portugueses mais vendidos em 2008. Para o escritor-jornalista - que se apresta para lançar novo romance em Outubro - a explicação para o êxito é simples: o público português sentia falta de "boas histórias".
Segundo dados da Bertrand e da Fnac, voltou a ser um dos autores portugueses com mais livros vendidos no ano passado. Para si, esse é o maior dos prémios?
Não escrevo para mim nem para os meus amigos; escrevo para as pessoas. O facto de os meus livros estarem a ter esta aceitação generalizada em Portugal e terem tradução para 15 línguas mostra que a minha obra está a agradar aos leitores.
Sente que o seu êxito não tem sido bem assimilado pelo meio literário, que o vê ainda como um "intruso"?
Admito que sim e agrada-me ser um "outsider". Em geral, os "establishments" não gostam do que vai contra as suas ideias feitas e a ordem estabelecida, mas a verdade é que alguém tinha de o fazer para atrair os leitores de volta às letras portuguesas. A situação anterior, em que as pessoas preferiam ler autores estrangeiros, é que não me parecia aceitável; e se ela acontecia, a culpa não era decerto dos leitores, mas dos autores portugueses que não os conseguiam seduzir.
Como viu os comentários depreciativos de António Lobo Antunes sobre o seu mais recente romance?
Soltei uma gargalhada. Mas depois fiquei surpreendido porque li que, sendo questionado sobre o assunto, terá admitido que não leu o livro. Como podemos não gostar de um romance que não lemos? Só por preconceito.
Tem amizades no meio literário?
Poucas. Não frequento os círculos literários. Não por preconceito ou sobranceria, mas porque tenho sempre muito para fazer.
Sente que tem responsabilidade no peso crescente dos autores portugueses nos tops de vendas?
As letras portuguesas viviam muito fechadas em si mesmas, os autores faziam gala em dizer que não queriam saber do público para nada e escreviam de uma forma muito difícil. Até parecia que havia intenção em hostilizar os leitores. Isso é evidente que afastou o público. Para o reconquistar foi preciso apostar em histórias interessantes e contadas de uma forma fluida e ritmada.
Admite escrever um romance com uma estrutura não convencional, próxima da concepção da crítica?
Não vejo qualquer interesse em fazê-lo. O difícil, insisto, é escrever claro. Esse é o desafio que me imponho quando me embrenho na criação dos meus livros.
A separação entre literatura popular e literatura de qualidade é uma invenção dos académicos?
Quem decide o que é qualidade? Quem são as pessoas que fazem parte do comité que toma essas decisões? Existe esse comité? Quem o elegeu? O conceito de qualidade é subjectivo e está a ser usado para defender preconceitos e até interesses estabelecidos. Se uma pessoa gosta de um livro e outra pessoa não, como posso saber que uma tem razão e a outra não? Ninguém pode determinar que um é melhor do que o outro. São apenas diferentes. É por isso que eu dou um conselho aos leitores: não leiam uma coisa só porque alguém diz que é de grande qualidade. A leitura não deve ser sacrifício; tem de ser um prazer.
Ter muitos livros vendidos não significa que se seja muito lido?
É verdade, mas as pessoas têm vergonha de o assumir porque receiam serem gozadas provavelmente por outras pessoas que também não os leram. Esses livros são comprados para serem colocados na estante como um objecto de prestígio, não necessariamente como objecto de leitura.
quarta-feira, 25 de março de 2009
"Chamava-se Luís" - Marina Mayoral
Sinopse:Já tinha este livro em lista de espera há cerca de um ano. Comprei-o por acaso, numa promoção da Bertrand, por 1 euro.
É um livro pequeno (155 páginas) que se lê de um fôlego. O tema, actual, é desenvolvido sem pieguices ou figuras de estilo, que tantas vezes caracterizam estas narrativas.
É a história de Luís relatada por aqueles que o rodeiam e que, de uma forma ou de outra, vivem com ele a sua toxicodependência: a mãe, os irmãos, a filha, o enteado, os filhos da patroa da mãe, a patroa da mãe... Cada capítulo é a voz de uma destas personagens.
Gostei, especialmente porque a autora não intervém no discurso das personagens, deixando-o fluir, mantendo a atenção do leitor até ao fim.
Um livro que relata uma vida de trinta anos, que quando se aproxima do fim, reúne unanimidade no sentimento que desperta em todos os que o conhecem: era melhor que morresse...
Uma surpresa via WOOK
Na passada semana, enquanto visitava o site da WOOK, encontrei-o, à venda, com stock disponível. Nem queria acreditar! É claro que nem hesitei e fiz a encomenda, mas no meu íntimo esperava receber uma mensagem do género "lamentamos mas não é possível satisfazer o seu pedido". Mas hoje, o carteiro tocou (duas vezes como é tradição) e cá está este livro tão procurado. Agora, vou lê-lo e depois conto como foi.
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