Já tinha este livro há algum tempo na prateleira, e agora decidi lê-lo. É um livro pequeno (189 páginas) e de fácil leitura.quarta-feira, 13 de agosto de 2008
"Trevas Satânicas" - Marion Zimmer Bradley
Já tinha este livro há algum tempo na prateleira, e agora decidi lê-lo. É um livro pequeno (189 páginas) e de fácil leitura.domingo, 10 de agosto de 2008
"Brincadeira de Crianças" - Carmen Posadas
" Luísa, uma escrtitora de thrillers, mulher emancipada e mãe solteira de uma filha pré-adolescente, trabalha num romance em que investiga a morte de um rapazinho. Todavia, aos poucos, Luisa apercebe-se de que o enredo do seu livro tem muito a ver com um episódio obscuro do seu passado, o qual parece estar também a repetir-se na vida da filha. Carmen Posadas constrói um romance de mistério em que reflecte sobre os perigos de se ultrapassar a fronteira, sempre ténue, que separa a verdade da mentira"sexta-feira, 1 de agosto de 2008
"Pânico" - Jeff Abbott
"A vida não poderia estar a correr melhor a Evan Casher: com apenas 24 anos, é já um realizador de documentários famoso e é feliz com a namorada, Carrie. Após um telefonema urgente da mãe, faz uma viagem inesperada a Houston. Aí encontra a mãe brutalmente assassinada e escapa por pouco a uma tentativa de homicídio. Raptado do local do crime por um mercenário enigmático movido por razões desconhecidas, Evan vê-se confrontado com a dura realidade: toda a sua vida não passa de uma mentira meticulosamente construída."domingo, 27 de julho de 2008
"Maddie - AVerdade da Mentira" - Gonçalo Amaral
Confesso que nada do que está escrito no livro me surpreende, mas talvez isso se deva ao facto de nunca ter sido convencida pelos pais da criança. Desde o início que a tese de rapto não me convence, assim como não me convence uma mãe que num curto período de férias, num país estrangeiro, prefere deixar os seus filhos numa creche enquanto corre pela praia ou joga ténis, mas que após o desaparecimento de um deles faz questão de andar agarrada ao seu boneco preferido.
Muitos foram aqueles que me chamaram de fria, por não me comover com as lágrimas ou "esforços" desenvolvidos pelo casal McCann, na busca da sua filha desaparecida. Muitos são aqueles que, agora, sentem os seus sentimentos usados.
Surpreendida fiquei, com o movimento cívico que se gerou em redor deste acontecimento. Tantas crianças desaparecidas em Portugal e nunca se tinha assistido a uma mobilização como aquela que este caso gerou. Ingleses houve, que se despediram dos seus empregos e vieram para Portugal, em busca da criança desaparecida. Os portugueses choraram e sentiram a perda daquela criança como se sua fosse.
Na realidade, este caso prova, que com jeito e saber, a comunicação social consegue mesmo mover massas. Aliás, um dos grandes problemas desta investigação foi mesmo a comunicação social, paralelamente às pressões políticas (que não afirmo existirem, mas acredito que sim!). A comunicação social contaminou toda a investigação, não permitindo à PJ algumas diligências importantes. É claro que perguntamos: " Mas a Polícia Judiciária anda a mandado da comunicação social? Não foram feitas diligências importantes por causa da comunicação social?". Por muito que nos custe aceitar, essa é a realidade, pois existem procedimentos forenses que fazem sentido desde que existam condições para tal. Alguns dos procedimentos poderiam indiciar suspeitas que não deveriam ser do conhecimento alheio, mas apenas dos envolvidos na investigação: polícias, investigadores e suspeitos. Mas todos nós sabemos que os repórteres na altura, até seriam capazes de se disfarçar de pedras da calçada para conseguirem uma imagem desfocada de qualquer coisa que depois seria comentada da forma mais mediática possível, de preferência com um directo, nem que este tivesse apenas como fundo uma porta fechada.
Não estou aqui a condenar a comunicação social pelo espectáculo criado; se culpados há, não seram com certeza os repórteres a quem acenaram com uma mina de notícias. Apenas considero que se deveria ter tido bom senso, parar e pensar . Pensar que muita coisa poderia estar em jogo, que se estava no seio de uma investigação criminal, que uma criança tinha desaparecido sem deixar rasto, que era importante deixar quem sabe apurar a verdade... Teria sido importante refrear os ânimos, pensar com a cabeça e não com o coração. Em casos como este devemos ser racionais e não emotivos, tais como foram aqueles que fizeram desaparecer a criança.
Em relação ao livro, gostei da forma como está escrito: relata a investigação, as suas dificuldades, as dúvidas surgidas e as perguntas que ficaram sem resposta. Ficamos a conhecer as contradições, as pistas, os testemunhos, os resultados a que chegou a equipa de investigação que me parece ter sido incómoda para alguns. Os resultados foram os seguintes:
- " A menor Madeleine McCann morreu no apartamento 5A do Ocean Club, da Vila da Luz, na noite de 3 de Maio de 2007;
- Ocorreu uma simulação de rapto;
- Kate Healy e Gerald McCann são suspeitos de envolvimento na acultação do cadáver da sua filha;
- A morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente;
- Existem indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos."
Incómodo foi também o Coordenador Operacional da investigação, afastado da mesma a 2 de Outubro de 2007. Porquê? Porque pessoas de convicções tornam-se incómodas quando "valores" mais altos se fazem ouvir.
Parafraseando Gonçalo Amaral: "Uma investigação criminal apenas se compromete com a busca da verdade material. Não se deve preocupar com o politicamente correcto".
Fiquei com a sensação de que Gonçalo Amaral não escreve tudo o que sabe, mas o que escreve é suficiente. E por vezes não devemos ir além do suficiente...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
"O Homem da Carbonária" - Carlos Ademar
"Lisboa, ano de 1926. Certa Manhã, um ardina de O Século encontrou no Jardim da Estrela o corpo do chefe da segurança do Presidente do Conselho. Tal como o líder do Governo, também o seu guarda-costas era membro da sociedade secreta Carbonária Portuguesa.domingo, 20 de julho de 2008
Taxa dos CTT para envio de livros
sábado, 12 de julho de 2008
"A Vingança de Olhos Negros" - Lisa Gardner
Autores portugueses na Internet

terça-feira, 8 de julho de 2008
Encontro com António Andrade Albuquerque
Adorei! O António Albuquerque uma pessoa espectacular, divertida, bem disposta, extremamente agradável, que me propiciou (e ao meu marido) um belíssimo dia de férias, na sua companhia e do seu filho, também muito simpático.
Começámos com um passeio pela bela costa Oeste, pelo meio tivémos um excelente jantar com música ao vivo (a picanha estava mesmo muito boa, e o pudim de leite condensado... hummmmm!!!...) e terminámos num bar de praia.
Rimos muito, falámos de assuntos mais sérios, trocámos impressões sobre o estado actual do mundo editorial, mas acima de tudo, partilhámos bons momentos.
E terminei a noite com um sorriso de felicidade nos lábios, e a sentir-me uma privilegiada por ter conhecido uma pessoa tão espectacular.
Obrigado António, por tudo!
sexta-feira, 4 de julho de 2008
"Príncipe de Fogo" - Daniel Silva
Há 13 anos, Gabriel viu a sua vida destruída. Cumprindo ordens de Arafat, um homem colocou uma bomba no carro onde iam viajar a sua mulher e o seu filho... o filho morreu, a mulher deixou de existir, apesar de se manter viva.
Só é pena que as revisões dos textos finais sejam tão descuidadas (isto partindo do princípio que existem!). É que não há nada mais desagradável do que ler um livro onde se encontram erros gramaticais (artigos no masculino e adjectivos ou nomes no feminino, ou vice-versa), erros de português (cacimbo em vez de cachimbo) ou, até mesmo um nome que se altera (alguém que se chama Navor numa linha, chama-se Navot três linhas abaixo)
É lamentável esta falta de rigor!

