quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Novidade de Junho da Esfera dos Livros

Nuno Álvares Pereira


Sinopse:

Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela. E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar. Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.



Carlota Joaquina


Sinopse:

Nunca na História de Portugal uma rainha provocou paixões tão contraditórias como Carlota Joaquina de Borbón (1775-1830). Requintada «divindade tutelar» para os seus seguidores, foi considerada vulgar, luxuriosa e assassina pelos seus inimigos. Talvez com o objectivo de alcançar a «União Ibérica», o seu avô, Carlos III de Espanha, casou-a com o futuro rei D. João VI. Em pouco tempo, a «engraçadíssima» infanta espanhola, filha de uma bela e intriguista princesa italiana, conquistou com a sua «desenvoltura» o coração da sogra, a rainha D. Maria I. Contudo, posteriormente os seus caprichos incomodariam uma corte receosa das suas origens. Diante das ameaças da Revolução Francesa, D. Carlota tentou obter o protagonismo nos assuntos públicos. Foi travada pelos que não aceitavam que «as mulheres se metam nos negócios». O ressentimento contra um marido que considerava fraco e menos inteligente do que ela, levou-a a recorrer à conspiração. A sua misteriosa lealdade a Portugal durante a traiçoeira «Guerra das Laranjas», declarada pelo seu pai. A irregular educação dos filhos. Os rumores sobre os seus amantes. As excentricidades no Brasil. As intenções de ser coroada «rainha» em Buenos Aires. As intrigas para casar as infantas. A sua recusa em jurar a Constituição liberal. Tudo isto numa das épocas mais dramáticas de Portugal. Este pecado levou a que depois dela, nunca mais uma espanhola voltaria a ser rainha de Portugal ou uma portuguesa rainha de Espanha. Rompendo-se uma tradição nascida na época de D. Afonso Henriques.




Guerra entre Quatro Paredes

Sinopse:

«És incapaz de dizer que me amas»; «Não me dás atenção»; «Nunca me ajudas»; «Só pensas em ti»; «Já não suporto a tua voz».Se estas frases fazem parte do seu quotidiano, cabe-lhe a si decidir o que fazer: tornar a sua relação saudável, satisfatória e significativa ou partir para uma guerra sem tréguas marcada por raiva, ódio e ressentimentos. Muitos casais deparam-se com problemas nas suas relações que os empurram para um ambiente de guerrilha doméstica de difícil resolução. Mas é possível chegar a um clima de paz através do diálogo, da análise dos problemas, do encontro de alternativas e do estabelecimento de compromissos. Margarida Vieitez, mediadora familiar, analisa as relações amorosas desde o seu início, passando por temas como as dificuldades de comunicação, a infidelidade, a rotina, a violência física e emocional. Partindo de casos reais com os quais se confrontou ao longo da sua carreira, a autora responde a algumas questões que todos os dias assaltam os casais, apresentando soluções para a resolução dos problemas conjugais:

- Por que razão as relações passam de um clima cor-de-rosa para um ambiente negro em tão pouco tempo?

- Qual o motivo que nos leva a sentirmo-nos atraídos por outras pessoas, confundindo este sentimento com amor e paixão?

- Porque traímos?

- O que fazer quando o fim se aproxima e as incertezas e as dúvidas se apoderam de nós?

O amor precisa de ser trabalhado diariamente e de ser pensado com o coração e com a razão, afinal o que é uma relação senão uma porta entreaberta que se pode abrir ainda mais ou fechar a cada momento?




Os 10 Segredos da Verdadeira Felicidade

Sinopse:

«Atravessamos o mundo em busca da felicidade, que está ao alcance de qualquer homem.»

Horácio


Todos temos a capacidade de ser felizes. Não importa o dinheiro que tenhamos, o tipo de trabalho nem o lugar onde vivemos. Quaisquer que sejam as circunstâncias presentes temos em nós mesmos não só o poder de sermos felizes, mas também o poder de experimentarmos uma grande felicidade. A felicidade não é apenas livrarmo-nos da depressão e da dor, mas também consiste numa sensação de alegria, contentamento e maravilhoso assombro perante a vida Tal não significa que seja possível, nem sequer desejável, viver em êxtase contínuo. Há momentos em que as nossas vidas são afectadas por tragédias e perdas pessoais. No entanto há diversas formas de fazer frente a tais experiências e com muita frequência podemos transformar os obstáculos e as adversidades da vida em triunfos. O autor revela-nos os segredos mais bem guardados da felicidade:

- Atitude: enfrente a vida e os problemas com confiança e optimismo.
- Auto-imagem: olhe para si mesmo de modo positivo e acredite que se pode tornar numa pessoa melhor.
- Humor: enfrente a vida com um sorriso nos lábios.
- Perdão: deixe para trás o ressentimento pelos outros e aprenda a perdoar.
- Dádiva: dê aos outros e aprenda a receber o que os outros lhe dão.



Morfopsicologia

Julián Gabarre

Sinopse:

O primeiro-ministro José Sócrates revela «nas relações interpessoais uma certa inteligência emocional e uma certa ternura afectiva», a apresentadora Fátima Lopes revela através da largura da estrutura do seu rosto ser uma pessoa «muito activa», com um «espírito de luta», «tenacidade», «perseverança». Já Fernando Mendes «domina o sensorial, o concreto, o prático e o realista» revelando uma «natureza conciliadora» e nada rancorosa. Uma ferramenta científica fundamental para conhecer as pessoas, o seu tipo de inteligência, o seu carácter, as suas atitudes e as suas aptidões por meio da observação do rosto e dos seus elementos. Por tudo isto a morfopsicologia é um instrumento muito útil e prático no dia-a-dia para médicos, psicólogos, enfermeiras, professores, assistentes e educadores sociais, funcionários de prisões; para directores de empresas, na selecção de pessoal, já que identifica as competências naturais de cada pessoa, na orientação profissional, na mediação e resolução de conflitos, para treinadores desportivos e formadores; para pintores, realizadores de cinema, teatro e televisão.





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