
Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela. E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar. Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.

O amor precisa de ser trabalhado diariamente e de ser pensado com o coração e com a razão, afinal o que é uma relação senão uma porta entreaberta que se pode abrir ainda mais ou fechar a cada momento?
«Atravessamos o mundo em busca da felicidade, que está ao alcance de qualquer homem.»
Todos temos a capacidade de ser felizes. Não importa o dinheiro que tenhamos, o tipo de trabalho nem o lugar onde vivemos. Quaisquer que sejam as circunstâncias presentes temos em nós mesmos não só o poder de sermos felizes, mas também o poder de experimentarmos uma grande felicidade. A felicidade não é apenas livrarmo-nos da depressão e da dor, mas também consiste numa sensação de alegria, contentamento e maravilhoso assombro perante a vida Tal não significa que seja possível, nem sequer desejável, viver em êxtase contínuo. Há momentos em que as nossas vidas são afectadas por tragédias e perdas pessoais. No entanto há diversas formas de fazer frente a tais experiências e com muita frequência podemos transformar os obstáculos e as adversidades da vida em triunfos. O autor revela-nos os segredos mais bem guardados da felicidade:
- Atitude: enfrente a vida e os problemas com confiança e optimismo.
- Auto-imagem: olhe para si mesmo de modo positivo e acredite que se pode tornar numa pessoa melhor.
- Humor: enfrente a vida com um sorriso nos lábios.
- Perdão: deixe para trás o ressentimento pelos outros e aprenda a perdoar.
- Dádiva: dê aos outros e aprenda a receber o que os outros lhe dão.
Sinopse:
O primeiro-ministro José Sócrates revela «nas relações interpessoais uma certa inteligência emocional e uma certa ternura afectiva», a apresentadora Fátima Lopes revela através da largura da estrutura do seu rosto ser uma pessoa «muito activa», com um «espírito de luta», «tenacidade», «perseverança». Já Fernando Mendes «domina o sensorial, o concreto, o prático e o realista» revelando uma «natureza conciliadora» e nada rancorosa. Uma ferramenta científica fundamental para conhecer as pessoas, o seu tipo de inteligência, o seu carácter, as suas atitudes e as suas aptidões por meio da observação do rosto e dos seus elementos. Por tudo isto a morfopsicologia é um instrumento muito útil e prático no dia-a-dia para médicos, psicólogos, enfermeiras, professores, assistentes e educadores sociais, funcionários de prisões; para directores de empresas, na selecção de pessoal, já que identifica as competências naturais de cada pessoa, na orientação profissional, na mediação e resolução de conflitos, para treinadores desportivos e formadores; para pintores, realizadores de cinema, teatro e televisão.















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